A história de Jesus não é apenas a de um homem que viveu, é de alguém que mudou o curso da humanidade em apenas três anos.
Com cerca de trinta anos, às margens do rio Jordão, foi batizado por João Batista.
Ali não começa apenas um rito, começa uma missão.
Os céus se abrem e aquele momento marca o início de sua vida pública.
Após o batismo, Jesus se retira para o deserto por 40 dias.
Ali ele enfrenta tentações, não apenas físicas mas espirituais. E é nesse silêncio que Ele foi ter sua missão: ensinar, curar e revelar o Reino de Deus.
As autoridades religiosas, especialmente os fariseus, começam a vê-lo como ameaça às leis romanas.
A partir desse momento, Ele precisava ser silenciado, e os líderes religiosos passam a conspirar procurando prendê-lo. Então, surge a figura de Judas Iscariotes, um dos discípulo do Mestre, que o entrega.
Mesmo em oração no Jardim das Oliveiras com gotas de sangue sobre a testa. Não resistiu. Ele aceitou ...
Jesus é preso, levado diante do Sinédrio e depois entregue a Pôncio Pilatos.
A sentença: A crucificação, gritada por aqueles que tinham o referenciado no Domingo de Ramos.
A crucificação era uma morte extremamente cruel, reservada aos condenados mais desprezíveis, onde as pernas eram quebradas e o corpo comido pelos abutres.
Aparece José de Arimatéia, uma figura importante nos relatos de morte e sepultamento de Jesus.
Ele foi até Pilatos e pediu autorização para retirar o corpo de Jesus da Cruz para ser sepultado.
De acordo com os Evangelhos, no terceiro dia Jesus ressuscitou.
"Portanto, a trama para matar Jesus não foi um julgamento, foi um plano arquitetado para calar a verdade. Foi o resultado de uma conspiração contra a luz."