O Leão da Tribo de Judá é uma referência dada a Jesus Cristo na tradição cristã. A expressão aparece na Bíblia em dois momentos:
No Novo Testamento, em Hebreus 7:14, afirma que Jesus pertencia à tribo de Judá.
"É sabido que por nascimento, Jesus pertencia à tribo de Judá."
Judá foi uma das 12 tribos maiores de Israel, quando Jacó, filho de Isaque, neto de Abraão, abençoa seu filho Judá (mudando seu nome para Israel), comparando-o a um leão, símbolo de força e poder. (Gn. 49:9)
No Novo Testamento, em Apocalipse 5:5, Jesus é chamado de "Leão da tribo de Judá", destacando sua autoridade, poder e vitória.
Na arte medieval, o leão aparece muitas vezes em brasões e estandartes, como símbolo de linhagem real e poder.
O Leão da tribo de Judá é mais do que uma figura, é um símbolo, carregado de significado espiritual, histórico e cultural.
Nas telas e quadros, ele não é apenas um animal majestoso. Ele representa a vitória sobre o mal, força, autoridade, valentia, mostrando a força do Messias, Jesus Cristo, o verdadeiro Rei dos reis.
Às vezes vemos a figura majestosa de um leão, logo a seguir acoplada à figura de um cordeiro, simbolizando que como um cordeiro Ele foi levado para o sacrifício, sendo seu sangue derramado pela transgressão de seu povo.
Assim, a Bíblia diz que Jesus é o Cordeiro de Deus, sem mácula, cujo o precioso sangue redimiu aqueles que são seus.
Na cruz, em sua obra redentora, Cristo se mostrou ser o verdadeiro Cordeiro, bem como o verdadeiro Leão da Tribo de Judá.