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Sífilis congênita é eliminada em vinte municípios da região

Na área da 16ª a Regional de Saúde de Apucarana foram 10 municípios que conseguiram extinguir a doença

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Sífilis congênita é eliminada em vinte municípios da região
Autor Foto: Ilustração

Vinte dos 29 municípios da região eliminaram a sífilis congênita, que é transmitida pela mãe ao bebê durante a gestação. Na área da 16ª a Regional de Saúde de Apucarana foram 10 municípios que conseguiram extinguir a doença, como o caso de Jandaia do Sul que não registra casos desde 2019.

Segundo a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Isabel Garcia Moreno, os índices caíram após a descentralização do pré-natal no município. Ela explica que as gestantes passaram a realizar o atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de seus bairros e que isso ajudou a fortalecer o vínculo entre as pacientes e as equipes da Saúde da Família, facilitando a detecção e monitoramento dos casos. “Isso melhorou o acompanhamento e a gestante detectada com sífilis foi tratada precocemente com objetivo de evitar a transmissão para o bebê. Esse resultado foi alcançado com a melhoria na questão da qualidade do atendimento, humanização e descentralização”, destaca.

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Na área da 22ª RS de Ivaiporã, dez cidades conseguiram eliminar a doença, incluindo o município sede. A secretária Municipal de Saúde de Ivaiporã, Cristiane Pantaleão, conta que existe o monitoramento contínuo da vigilância epidemiológica do município em conjunto com a Rede de Atenção Básica. “Esse trabalho é algo que ajuda a identificar de maneira precoce os casos de sífilis, tratar de maneira imediata e conseguir assim, fazer com que a gestante venha para o parto curada, evitando a transmissão congênita”, afirma. Segundo ela, o exame para detecção de sífilis é obrigatório no pré-natal.

PARANÁ

Mais da metade dos municípios paranaenses eliminaram a sífilis congênita. De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, o combate deve ser constante. “A meta é de que os 399 municípios do Estado atinjam os critérios exigidos, promovendo ações de prevenção, qualificação e atenção ao pré-natal, tratamento e promoção da saúde sexual e reprodutiva”, disse.

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Segundo a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes, em razão do Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita, a Secretaria está trabalhando com as equipes para que possam efetivamente controlar o problema de saúde pública. “Certificar os municípios que já conseguiram atingir a meta de eliminação é um avanço e estímulo para que todos o façam. Queremos eliminar a doença em todo o Paraná”, disse.

TAXA DE DETECÇÃO – Dados preliminares mostram que, em 2020, a taxa de detecção de sífilis adquirida por 100 mil habitantes no Paraná foi de 60,7%. Em gestantes foi de 17,6%; e de sífilis congênita, de 5,2%. “É importante informar que o tratamento não confere imunidade ao paciente e que a doença pode ocorrer a cada nova exposição com parceiro infectado”, explicou Mara Franzoloso, chefe da Divisão de Infecções Sexualmente Transmissíveis da Sesa.

Por Cindy Santos - jornalista do grupo Tribuna do Norte

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