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Saúde de Ivaiporã confirma dois casos de dengue e um de Chikungunya

Como medida preventiva, a Secretaria de Saúde reforçou o monitoramento do Aedes aegypti na cidade

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Saúde de Ivaiporã confirma dois casos de dengue e um de Chikungunya
Autor Além de dois casos positivos de dengue Ivaiporã teve registrado o primeiro caso de Chikungunya na cidade - Foto: Pedro Ribas/ANPr

A Secretária de Saúde de Ivaiporã confirmou dois casos positivos de dengue e o primeiro caso de Chikungunya. Embora seja importado – ou seja, contraído fora da cidade, o caso despertou alerta para a necessidade de reforçar as ações preventivas e a mobilização da população.

Cristiane Pantaleão, secretária de saúde lembr que a Chikungunya, assim como a dengue, é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e pode causar dores intensas nas articulações, febre alta e fadiga prolongada. Em alguns casos de Chikungunya a recuperação exige sessões de fisioterapia para que o paciente recupere os movimentos afetados.

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- LEIA MAIS: Ivaiporã lamenta a morte da professora Fatima Storer, aos 68 anos

“A situação é muito preocupante, porque há municípios enfrentando diversos casos de Chikungunya. Por isso, é necessário agir para evitar que a doença avance no município”, alertou Cristiane Pantaleão.

A circulação de dengue tipo 3 no Paraná também preocupa os profissionais de saúde. “Se a dengue tipo 3 chegar a Ivaiporã podemos ter uma epidemia tão grave quanto aquela registrada em 2024. É que muita pessoas não têm imunidade contra este tipo de vírus”, justificou a secretária de Saúde lembrando que, quem teve dengue anteriormente, pode ser infectado novamente por um soropositivo diferente.

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Como medida preventiva, a Secretaria de Saúde reforçou o monitoramento do Aedes aegypti na cidade. Armadilhas estratégicas são instaladas para mapear as áreas de maior infestação e, em regiões críticas, é feita borrifação residual domiciliar – técnica de aplica inseticida nas paredes de espaços de grande circulação para eliminar o mosquito.

A Secretaria de Saúde reforça que medida alguma será eficaz sem colaboração da população. “Dados confirmam que 90% dos focos de proliferação estão nas residências – ralos, vasos de plantas e bebedouros de animais. O que custa a população dedicar 10 minutos por semana para limpar quintais e eliminar criadouros? A prevenção é a arma mais eficaz para evitar epidemia”, reforçou Cristiane Pantaleão.

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