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Região soma US$ 164 milhões em exportações

Arapongas foi o município que mais exportou entre janeiro a outubro deste ano

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Região soma US$ 164 milhões em exportações
Autor Foto: Arquivo TNOnline

As exportações feitas por seis municípios com maior volume de vendas externas da região chegaram a US$ 164 milhões entre janeiro a outubro deste ano, um crescimento de 33% em comparação com o mesmo período de 2020. Segundo dados do Comex Stat, sistema para consulta de dados do comércio exterior do Ministério da Economia, são os produtos da industria que lideram o comércio no exterior.

Arapongas foi o município que mais exportou no período, atingindo um total de US$ 80,5 milhões, 48,8% a mais que os US$ 54,1 milhões registrados no mesmo período do ano passado. Os móveis representam 64% do volume de vendas no exterior. O Chile foi o principal destino das exportações araponguenses (US$ 19 milhões), seguido pela China (US$ 7 milhões). Contudo, o município fechou a balança comercial em deficit de US$ 102 milhões por ter importado um volume maior do que as exportações neste ano.

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São Pedro do Ivaí é o segundo maior exportador da região, somando US$ 36,4 milhões entre janeiro a outubro deste ano, aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano passado quando exportou US$ 31,3 milhões. Mais da metade do volume exportado (58%) são matéria-prima para ração animal e 40% são leveduras enviadas, em sua maioria, para Estados Unidos, Chile e Argentina. O município fechou outubro com superáviti de US$ 27 milhões.

O terceiro município maior exportador da região é Apucarana que comercializou US$ 31,4 milhões no exterior neste ano, 44,4% a mais que os US$ 21 milhões do ano mesmo períoro do ano passado. A maior parte dos produtos comercializados no exterior são couros (23%), couros e peles curtidos (19,5%) seguido por tecidos de algodão (18%). A Coréia do Sul é o país que mais comprou produtos apucaranenses (US$ 10,4 milhões), seguido pelo Paraguai (US$ 4,7) e China (US$ 2,9 milhões).

Conforme o Ministério da Economia, a balança comercial de Apucarana fechou com saldo superavitário de US$ 13,19 milhões, porque importou US$ 18,3 milhões, número menor do que as exportações.Jandaia do Sul é outro município da região com valor expressivo, mais de US$ 12,6 milhões exportados no período. A venda de açúcares da cana representa 92% do total de vendas concretizadas. Entre os principais compradores estão a Argélia, Russia e Estados Unidos. A balança comercial do município fechou com superáviti de R$ 5,4 milhões. Contudo, as exportações deste ano recuaram 4% em relação ao ano passado.

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Taxa de câmbio favorece comércio no exterior, afirma economista

O economista Marcelo Vargas, professor da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) comenta que os municípios exportadores, sobretudo Apucarana e Arapongas, registraram queda nas vendas externas entre março e abril do ano passado, época em que a pandemia da Covid-19 começou a ficar mais acentuada na região. Contudo o setor se recuperou rapidamente passando a apresentar crescimento ainda em 2020.

“Tivemos um período de 5 a 6 meses sob o efeito da pandemia. Depois disso os números passaram a apresentar um crescimento projetado no início de 2021. É um setor que já começou a se recuperou no ano passado”, analisa.

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Segundo o economista, o que faz os municípios exportarem mais é a oferta de produtos competitivos e o poder de compra dos consumidores estrangeiros. “Os produtos são vendidos em dólar e com essa taxa de câmbio nosso produto fica supercompetitivo. A taxa de câmbio é algo que tem contribuído para o aumento das exportações junto com o desejo de consumir da população do exterior que entendeu que o vírus vai fazer parte da nossa vida agora”, observa.

Por, Cindy Santos

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