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Parte da Estação de Tratamento de Esgoto de Ivaiporã será ativada

A cidade vai chegar em 50% de cobertura com a rede coletora de esgoto

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A obra de ampliação do sistema de esgotamento sanitário de Ivaiporã está em fase de testes. A Estação Elevatória de Esgoto (EEE) Pindauvinha e a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Pindaúva entrarão em operação em setembro. Serão implantados 100 quilômetros de redes coletoras e 4.568 ligações.

Em setembro, serão comercializadas, 1.000 ligações e as demais de forma gradativa. A cidade vai chegar em 50% de cobertura com a rede coletora de esgoto. Os investimentos somam R$ 51.474.274,95.

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Um dos problemas causados pela falta de esgoto é a inibição do crescimento do município, uma vez que impede a construção de imóveis, sejam comerciais ou residências.

No final deste ano, a ETE Pindaúva estará totalmente em operação. Com a ativação da ETE a população não precisará usar fossas e terão mais qualidade de vida, uma vez que o esgoto não tratado gera doenças.

Conforme a Sanepar, o município atingirá 15% de cobertura de rede de esgoto, em 2022, e 50% em 2023. O município de Ivaiporã terá uma das ETE mais moderna do Paraná – inclusive com a Unidade de Gerenciamento de Lodo, transformando a mistura (minerais, coloides e materiais orgânicos decompostos) em fertilizante.

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A implantação da rede de esgoto iniciará na Vila João XXIII e nos Jardins Brasília, Ouro Preto e Luiz XV.

1º mandato

Em junho de 2014, o prefeito Carlos Gil assinou contrato com o Governo do Estado – durante o 1º mandato – visando às metas para ampliação dos sistemas de abastecimento de água e de esgoto sanitário. O contrato estabelecia investimentos na ampliação da captação, adução e tratamento de água para 2017, 2018, 2022 e 2023.

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“Quando me elegi, em 2012, procurei a Sanepar, em Curitiba, porque o número de domicílios tratados em Ivaiporã era muito baixo. À época chegava 11%. Com as obras executadas pela Sanepar o município atingiu a 15%. Trata-se de saúde pública, uma vez que os recursos investidos em esgoto reduzem em 4 vezes os gastos com a saúde”, comparou o prefeito em exercício. Por isso, a gestão Carlos Gil e Marcelo Reis cobra à Sanepar, desde que assumiu o mandato em janeiro de 2021, o cumprimento do contrato, uma vez que 50% das ligações deveriam estar concluídas na cidade. No entanto, a cobertura dos sistemas de abastecimento de água e de esgoto sanitário continua muito baixa no município.

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