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ESCLARECIMENTO

Licitação na Câmara de Ivaiporã para locação de veículos gera polêmica

A servidora responsável pelo setor de compras e licitações da Câmara de Vereadores diz que há um equívoco das pessoas que estão criticando o processo

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Uma licitação tipo registro de preços, da Câmara de Vereadores de Ivaiporã para a locação de dois veículos gerou polêmica nos últimos dias em Ivaiporã nas redes sociais. A informação era de que o Legislativo iria contratar dois carros com um gasto de R$ 192 mil.

A servidora Fabiana de Oliveira Marangoni, responsável pelo setor de compras e licitações da Câmara de Vereadores esclarece e diz que há um equívoco das pessoas que estão criticando o processo.

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Ela explica que o registro de preços é uma forma de fazer uma concorrência de preços junto às empresas, na tentativa de baratear o custo de um produto e no processo licitatório que está sendo realizado pelo legislativo não há obrigação de contratar. "Na verdade, é uma cotação entre os fornecedores de todo o país. Após a melhor oferta registrada é que vamos ver se é cabível ou não a locação” relatou Fabiana.

Ela informou ainda que o registro de preço foi feito em um sistema de preço de licitação do Governo Federal, o compras.gov, que é gratuito e de ampla divulgação, ou seja, para participação de empresas do país inteiro. Indicado pelo próprio Tribunal de Contas.

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"Para nós, o viável é que o registro de preços fique entre R$ 1 mil e R$ 1,2 mil. Caso não alcance esses valores nós não iremos contratar e partiremos para a compra”, comenta.

Com relação a forma como foi divulgada nas redes sociais, que a Câmara de Vereadores gastaria R$ 192 mil, ela relatou que a informação foi dada de maneira a induzir a população a inverdades sobre o processo.

“Se conseguirmos a locação dentro do nosso planejamento seria viável, por ano seria em torno de R$ 12 mil, no fechar dos 30 meses R$ 36 mil. Ninguém compra um carro zero popular por menos de R$ 70 mil”.

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Na questão da compra, segundo Fabiana a vantagem é que o bem fica para o município, só que junto vem os custos adicionais, que muitas vezes não são calculados, porém há a necessidade de somá-los, tais como gasto com manutenção e outros.

“Têm os custos com IPVA, seguro, até mesmo custo de troca de pneus, que gira em torno R$ 5 mil por ano para manter a vida útil do carro. Além disso tem a depreciação do veículo e a gente também perde nisso”, relatou.

Ela lembra ainda, que o processo é nos moldes apresentado ao Tribunal de Contas e que é realizado também por outros Órgãos, tais como: Sanepar, Copel, e o próprio Governo do Estado, dentre outras grandes empresas.

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A servidora disse ainda que “não é porque somos Órgãos pequenos que não podemos tentar alternativas melhores, que reduzam o custo das compras, o mundo muda e as opções para os consumidores também, precisamos sempre tentar melhorar e diminuir o custo das licitações”.Na compra de um veículo isso foi colocado no planejamento, é despendido o valor completo.

“Se nós conseguirmos com a locação uma boa proposta, esse valor seria fixo mensal, pago em pequenas parcelas. Então, ficaria o valor que seria para a compra de um carro à disposição da administração municipal que poderia trabalhar com esses valores investindo em outras áreas”, completou Fabiana.

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