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Manifestantes pedem justiça após família morrer em acidente; ASSISTA
Autor Foto: TNOnline

Centenas de pessoas, entre parentes, amigos e conhecidos da família que morreu em acidente de trânsito no domingo (13) em Ivaiporã fizeram uma carreata pelo centro da cidade na tarde desta segunda-feira (14). Carregando fotos e cartaz pedindo justiça, os integrantes do ato se concentraram em frente à 54ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Ivaiporã.

Os manifestantes pediam justiça para Jaqueline Toledo Vieira, 21 anos; Lucas Bueno, 22 anos e a filha do casal Heloisa de 1 ano e 6 meses, mortos em um acidente de trânsito que chocou a região.

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No ato, o grupo buscou sensibilizar a polícia e a Justiça para que o motorista da caminhonete que se envolveu no acidente permaneça preso durante todo o processo. “É o clamor público para que seja a justiça. O que a sociedade ivaiporaense quer nada mais da justiça, que ele fique preso, que ele responda pelo crime que cometeu que é um homicídio doloso”, diz o advogado da família, Luiz Henrique Maciel Branco.

Ainda segundo o advogado, existe um processo em trâmite para a liberdade provisória do autor. “Nós vamos atuar como assistente de acusação, pedindo para que o Ministério Público e também a Justiça não acatem esse pedido de liberdade provisória”.

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O pai de Lucas falou da dor de perder o filho, a nora e a neta. “A gente nunca espera uma coisa dessas. Estavam construindo a casinha deles, quase pronta, mês que vêm eles já mudavam para lá. Minha netinha começando a andar, dando os primeiros passinhos, falando alguma coisinha. Era a coisa mais linda”, relatou, emocionado.

Lucinéia Alves Toledo, prima de Jaqueline, diz que a família só quer justiça. “Ele [o motorista] acabou com a família, acabou com o sonho deles. Acabou com tudo, só o que queremos é justiça”.

O Acidente

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O trágico acidente ocorreu na tarde do último domingo (13), por volta das 17h40, Rua Emílio Ganzert, saída para Vila de Furnas, no perímetro urbano de Ivaiporã.

A colisão foi entre uma caminhonete S10 e um Fiat Uno que resultou na morte do casal e da filha de 1 ano e 6 meses. O motorista da S10, que não se feriu, se escondeu na residência de um amigo a aproximadamente 100 metros do local do acidente, por medo de ser linchado.

Ele foi encontrado e preso pela Polícia Militar pouco depois do acidente. Questionado, ele relatou que apenas escutou uma “pancada” e não viu o outro veículo.

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O teste do bafômetro aferiu 0,79mg/l de álcool no sangue, constatando a embriaguez. Até o fechamento desta edição, ele encontrava-se preso da 54ª Delegacia Regional de Ivaiporã.

Em entrevista, o delegado Aldair da Silva Oliveira confirmou que o motorista da camionete S-10 está sendo enquadrado em homicídio doloso qualificado. O delegado entende que o motorista foi o responsável pelo acidente. “O que podemos garantir nesse momento é que os ingredientes que circundam essa tragédia é bebida e direção”.

Em se mantendo o entendimento de homicídio doloso, o caso deverá ir para júri popular. A pena mínima é de 12 anos.

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