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Homem que falou 'Brasil vai parar se me prenderem' é preso na região

Morador de Novo Itacolomi matou dois cachorros na frente dos donos e, após pagar fiança e sair da prisão, gravou vídeo debochando da situação

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Homem que falou 'Brasil vai parar se me prenderem' é preso na região
Autor A polícia cumpriu mandado de prisão em Novo Itacolomi e conduziu o homem para a 17ª Subdivisão Policial de Apucarana (17ª SDP). - Foto: TNOnline

O homem que matou a tiros dois cachorros na casa de um casal de idosos em Novo Itacolomi (PR), na região de Apucarana, e foi detido no dia 21 de janeiro pela Polícia Civil, voltou a ser preso nesta quarta-feira (12). Assista ao vídeo no final do texto

?? RELEMBRE: Homem vai até residência de casal de idosos e mata dois cães a tiros

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Segundo informações da Polícia Civil, após o pagamento de fiança, ele foi liberado da prisão ainda em janeiro. Após sair, o suspeito gravou um vídeo debochando da situação, afirmando que "Eu sou igual ao Bolsonaro. Se me prenderem, o Brasil vai parar".

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A polícia cumpriu mandado de prisão em Novo Itacolomi e conduziu o homem para a 17ª Subdivisão Policial de Apucarana (17ª SDP).

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Segundo o delegado operacional Ricardo Monteiro, a prisão foi cumprida em garantia da ordem pública.

"A prisão preventiva dele se deu em razão da garantia da ordem pública. O Código de Processo Penal prevê a prisão preventiva em quatro circunstâncias: garantia da ordem pública, garantia da ordem econômica, garantia de aplicação da lei penal e garantia da instrução criminal", disse.

De acordo com Monteiro, a gravação divulgada pelo suspeito é criminosa.

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"Naquele momento em que ele fez o vídeo, isso gera uma comoção social e isso coloca em risco a ordem pública, gerando uma sensação de que os órgãos de persecução penal não conseguem atuar e por um freio", afirmou.

Ainda, conforme o delegado "As leis devem ser cumpridas por qualquer pessoa, independente da posição social, independente da idade, da religião ou de qualquer tipo de política e posição social", enfatiza.

A sensação de impunidade gerada por esse vídeo, segundo Monteiro, é algo que desestabiliza a garantia da ordem social.

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"Em razão desse vídeo que ele postou, isso gerou uma impressão de que algumas pessoas podem fazer o que querem, podem atuar de forma acima da lei e que não teria uma consequência. Então essa prisão é justamente para tentar e buscar essa pacificação social e a demonstração para a população, de forma geral, de que as leis devem ser cumpridas por todos, seja por quem for", ressalta.

Entenda o caso

O crime ocorreu em 13 de dezembro do ano passado, quando o atirador se revoltou que um dos cães havia matado um bezerro dele. Ele chegou em um VW Fusca na propriedade rural dos idosos e atirou cinco vezes contra um cachorro. O outro animal de estimação foi amarrado no carro, arrastado por cerca de 200 metros e também alvejado.

O morador da casa, de 74 anos, denunciou o crime de maus-tratos no destacamento de Polícia Militar (PM) do município.

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Ele informou que o atirador desceu de um VW Fusca com uma arma longa, do tipo Winchester, e atirou cinco vezes contra o primeiro cão. Ele argumentou que o cachorro teria matado um bezerro na propriedade dele.

O idoso disse à PM que propôs um acordo, prometendo comprar outro bezerro. No entanto, ele disse que iria matar o segundo cachorro do casal.

A esposa, desesperada, afirmou que não queria presenciar a morte do outro cão de estimação, mas o autor do crime, com a arma em punho, pediu para amarrar o animal com uma corda. Na sequência, ele arrastou o cachorro por 200 metros e disparou contra ele.

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Além disso, o denunciante afirmou que o autor do crime ainda afirmou que quer o bezerro prometido antes de matar o segundo cão.

Na época de sua primeira prisão, o delegado afirmou que a Polícia Civil cumpriu um mandado de busca e apreensão no endereço do suspeito, onde foram encontradas munições e seis armas de fogo. “Tinha carabina, revólver e espingarda. Todas essas armas serão encaminhadas à Polícia Científica para a elaboração do laudo pericial. É um verdadeiro arsenal que não existe razão de existir na casa de uma pessoa”, disse Garcia.

Nenhuma das armas tinha registro, conforme a polícia. O inquérito será apurado durante a semana e o suspeito ainda será interrogado pelo delegado. O advogado do tutor do bezerro, contudo, nega o crime. “No entanto, a versão do denunciante é muito coerente e o armamento encontrado na casa dele é muito corroborante”, concluiu Garcia.

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