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AÇÕES DE COMBATE

Dengue: em 14 dias, Ivaiporã lotou 283 caminhões de entulho

Mutirão foi realizado entre 4 e 18 de janeiro para combater epidemia de dengue no município

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Em quase duas semanas, a Prefeitura de Ivaiporã, no norte do Paraná, lotou 283 caminhões de entulho retirado dos quintais das casas da cidade. As ações foram realizadas entre os dias 4 e 18 de janeiro para combater a epidemia de dengue por intermédio das Secretarias Municipais de Meio Ambiente, Saúde e Viação.

Os mutirões foram realizados nos Jardins Nova Porã, Guanabara I e II, Itaipu, Paraná, Espírito Santo, Alvorada, Ouro Preto, Imperial e Porã, e nas Vilas Monte Castelo, Santa Terezinha e Betel.

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- LEIA MAIS: Caminhão Fumacê reforça combate à dengue em Ivaiporã

A ação surge em meio a uma preocupante estatística de 754 casos confirmados de dengue na cidade, evidenciando a urgência de medidas preventivas. “Com as chuvas, que propiciam à proliferação do mosquito Aedes aegypti, a conscientização da população se torna crucial”, alertou a secretária municipal de Saúde, Cristiane Pantaleão.

DOENÇA CAUSA SEQUELHAS

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A dengue não apenas representa uma ameaça imediata à saúde, mas também pode deixar sequelas no organismo após a recuperação. Com 754 casos confirmados em Ivaiporã, é fundamental que a população se conscientiza sobre os riscos associados ao mosquito transmissor.

Entre as possíveis sequelas que o mosquito da dengue pode causar no organismo, destacam-se: Fadiga persistente: Algumas pessoas podem ter cansaço extremo e fadiga prolongada após se recuperarem da dengue.Dor muscular e articular: Dores intensas nos músculos e articulações podem persistir por semanas.Complicações hemorrágicas: Em casos graves, a dengue pode levar a problemas de coagulação sanguínea e hemorragias, deixando efeitos a longo prazo.Problemas neurológicos: Complicações neurológicas, como encefalite ou meningite, podem resultar em dificuldades de movimento, convulsões ou problemas cognitivos.Síndrome de Guillain-Barré: Embora rara, a dengue pode desencadear esta síndrome, que afeta os nervos periféricos e pode causar fraqueza muscular e paralisia temporária.

“Diante desse cenário, é crucial que a população elimine água parada, contribuindo ativamente para a prevenção da proliferação do mosquito transmissor da dengue. A limpeza dos quintais realizada pela Prefeitura é um passo importante. Mas a responsabilidade individual é fundamental para combater a epidemia e reduzir o impacto das possíveis sequelas no organismo”, reforçou Cristiane Pantaleão.

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