Cinco prédios públicos da região foram alvos de arrombamentos e furtos em fevereiro
Cidades como Borrazópolis, Marumbi, Sabáudia e São Pedro do Ivaí registraram invasões e perda de frotas oficiais em menos de um mês
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Uma sequência de furtos e arrombamentos contra prédios públicos tem gerado alerta em diversas cidades do Vale do Ivaí e região. O caso mais recente ocorreu na madrugada deste sábado (28), em Borrazópolis, onde a unidade da Emater foi invadida. Os criminosos arrombaram a porta dos fundos do escritório, na Rua José Nalini, e furtaram dois veículos oficiais: um Volkswagen Polo Sense (placa UBC-0G36) e um Fiat Palio Essence (placa AXB-7595), além de um notebook, uma impressora e um botijão de gás. A Polícia Militar informou que o local não possui sistema de monitoramento, mas testemunhas relataram a presença de três suspeitos circulando pela área antes do crime.
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A ocorrência em Borrazópolis soma-se a uma série de ataques semelhantes registrados ao longo de fevereiro. Em Marumbi, no último final de semana, o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) também foram alvos. Do IDR, foi levado um VW Up, enquanto do Cras os criminosos subtraíram um Renault Sandero e um Chevrolet Onix branco, além de eletrônicos. Imagens de câmeras de segurança residencial obtidas pela reportagem mostram os veículos passando pela rua por volta das 3h da manhã. A suspeita das autoridades é de que os carros, mesmo com adesivos oficiais, possam ser destinados ao desmanche.
Outras cidades da região também contabilizam prejuízos. Em São Pedro do Ivaí, o Cras foi invadido, resultando no furto de um Volkswagen Gol branco e diversos eletrônicos. Já em Sabáudia, no início do mês, a Coordenadoria da Mulher teve a porta arrombada por criminosos que encontraram as chaves do veículo oficial sobre uma mesa e fugiram com o automóvel. Em quase todos os registros, os prédios não possuíam alarmes ou rastreadores nos veículos, o que dificultou a recuperação dos bens até o momento.
O delegado-chefe da 17ª Subdivisão Policial de Apucarana, Marcus Felipe da Rocha Rodrigues, afirmou que, apesar da repetição do modus operandi e do tipo de alvo, as investigações tratam os episódios como casos isolados, sem indícios concretos, por enquanto, de uma quadrilha organizada atuando em conjunto. As polícias Civil e Militar seguem com diligências e patrulhamentos reforçados na tentativa de localizar os suspeitos e recuperar o patrimônio público subtraído.
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