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Caged: Municípios criaram 5,3 mil novos postos de trabalho

No acumulado do ano, Apucarana foi o município que obteve o maior saldo no Caged

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Caged: Municípios criaram 5,3 mil novos postos de trabalho
Autor Foto: Pixabay\ ilustração

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, divulgados na terça-feira (26), apontam que mais de 5,3 mil postos de trabalho com carteira assinada foram criados nos cinco maiores municípios da região, entre janeiro a setembro deste ano. E, mais uma vez, o resultado positivo foi puxado pela indústria, comércio e serviços superando sete vezes (624%) o saldo de 734 colocações registrado no mesmo período do ano passado em Apucarana, Arapongas, Ivaiporã, Jandaia do Sul e Faxinal.

No acumulado do ano, Apucarana foi o município que obteve o maior saldo no Caged. Foram 13.533 admissões e 10.902 desligamentos, saldo de 2.631. Os setores com maior número de colocações são a indústria (1.375), comércio (615), serviços (491) e construção civil (141). No mesmo período do ano passado o município perdeu 170 postos de trabalho.

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Em Arapongas foram 13.781 admissões e 12.018, saldo de 1.763 novos postos de trabalho com carteira assinada. O setor que puxou o saldo positivo foi o de serviços (625), seguido pela indústria (575), comércio (428), construção civil (69) e agropecuária (66). No mês de setembro o município fechou com saldo de 188. No mesmo período do ano passado o município gerou 1.069 novos postos de trabalho.

Na terceira posição no ranking regional está Jandaia do Sul, com 1.721 contratações, 1.263 desligamentos, saldo de 458 novas colocações, a maior parte na indústria (298), serviços (108) e comércio (80). No mesmo período do ano passado, o município criou 200 vagas de emprego.

Ivaiporã registrou 1.766 admissões e 1.424 contratações, saldo de 342 novos postos de trabalho, a maior parte no setor de serviços (161) e comércio (130). Já em Faxinal foram 448 admissões e 323 desligamentos, saldo de 125 novas colocações no mercado de trabalho formal, a maior parte nas áreas de comércio (61) e serviços (55).

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DESACELERAÇÃO

No comparativo mensal, a geração de empregos desacelerou em setembro (383) em relação a agosto (505). Na opinião do economista Paulo Cruz, professor da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), o cenário é resultado das incertezas relacionadas a política econômica nacional. “A geração de empregos representa a recomposição econômica ligada ao auxilio emergencial, que deu suporte de sustentação para o mercado de consumo ao longo de 2021, a safra colhida em março que impulsionou a venda de produtos duráveis como veículos. Esse conjunto de variáveis atuando junto colocou a economia em funcionamento em todo o país. A desaceleração atual está ligada as fortes incertezas em se o país poderá manter estes aspectos de indução”, analisa.

Por, Cindy Santos - repórter do grupo Tribuna do Norte

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