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BORRAZÓPOLIS

Após ameaça de massacre, Polícia Civil visita escola no PR

Delegado Ricardo Mendes participou de uma reunião com representantes do Núcleo Regional de Educação (NRE), Conselho Tutelar e rede de proteção do município para orientar a diretoria da escola em como proceder diante deste caso que deixou a comunidade escolar em pânico

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A Polícia Civil acompanha o caso da estudante, de 16 anos, que usou as redes sociais para anunciar um massacre em uma escola de Borrazópolis, no norte do Paraná. Na publicação, feita no último domingo (1), a jovem escreveu que um massacre ocorreria no dia 26/05/2022 na Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco.

A notícia gerou pânico e metade dos alunos não compareceram para as aulas na segunda-feira (2). Assustados, pais de alunos foram até a escola e fizeram uma espécie de escolta na intenção de proteger os filhos e os demais alunos se acaso algo acontecesse. Contudo, a aluna responsável pela postagem sequer compareceu à escola.

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							Após ameaça de massacre, Polícia Civil visita escola no PR
AutorFoto: (foto: reprodução/facebook)

Uma reunião foi convocada ainda na segunda-feira com a participação da Polícia Civil, representantes do Núcleo Regional de Educação (NRE), Conselho Tutelar, e rede de proteção do município para orientar a diretoria da escola em como proceder diante deste caso que gerou grande preocupação.

O delegado Ricardo Mendes participou da reunião e informou que a adolescente tem depressão e outros problemas psicológicos e, apesar do pânico gerado pela postagem feita pela estudante, ele acredita que a menina não ofereça risco à comunidade escolar. Contudo ela permanecerá afastada das aulas presenciais e retomará o acompanhamento psiquiátrico. A direção da escola se encarregou de que a aluna receba as atividades do ano letivo em casa.

"Essa mensagem não tem fundo de verdade, mas causou pânico e medo. Conversei com a diretora e ela disse que quase a metade dos alunos da escola não foi à aula", comentou.

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O delegado disse ainda que a direção da escola deve conversar com os pais que eles possam restringir o acesso dela às redes sociais. "É uma aluna que tem depressão. É um problema pessoal, mas quando ela vai a rede social acaba atingindo outras pessoas", comentou o delegado.

Por Cindy Santos

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