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Parlamentares querem ter voz na Assembleia

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A deputada estadual Luciana Rafagnin (PT), defende a ocupação desses espaços e reclama o direito das mulheres. “Hoje a Alep tem 26 comissões permanentes. Apenas uma comissão é presidida por mulher. Não temos nenhuma mulher na mesa diretora da Assembleia. Precisamos ocupar esses espaços de poder e espaços de decisão”, diz. Luciana lembra que em todo o país, embora as mulheres sejam 52% do eleitorado, só representam 15% das bancadas federais. “Por que nossa presença é tão pequena ainda nesse universo político?”, indaga a deputada, como forma de provocar as reflexões. A procuradora da mulher na Alep, deputada Cristina Silvestri (CDN) reforça o pensamento, lembrando que na Alep apenas 10% das cadeiras são ocupadas por mulheres. “É muito pouco”, lamenta. A deputada estava até ontem em Brasília, onde participou do segundo encontro nacional das Procuradorias da Mulher, nas assembleias legislativas. No Paraná, considerado como modelo por ser um dos mais avançados do país, as procuradorias da mulher nas Câmaras de Vereadores só estão constituídas em 128 dos 399 municípios. “Temos um longo caminho de luta pela frente”, avalia.


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