Viúvo de Isabel Veloso revela novo relacionamento e rebate críticas; veja
O rapaz revelou ao público que está ‘se permitindo’ conhecer uma nova pessoa três meses após o falecimento da influenciadora
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Lucas Borbas, viúvo de Isabel Veloso (2006-2026), usou as redes sociais para se manifestar a respeito de um assunto envolvendo sua vida pessoal. Na noite de quarta-feira (15) o rapaz revelou ao público que está ‘se permitindo’ seguir em frente e conhecer uma nova pessoa três meses após o falecimento da influenciadora.
Lucas, no entanto, precisou esclarecer a situação após receber uma onda de críticas na web. Na manhã desta quinta-feira (16) o viúvo de Isabel ressaltou que seu luto começou muito antes da partida da esposa, ocorrida em janeiro deste ano.
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“Muita gente está me julgando porque se passaram três meses. Mas desde quando o amor de alguém se mede por um cronômetro? Desde quando existe um prazo universal para o luto? Há quem leve anos. Há quem precise de meses. E há quem comece a viver esse luto muito antes da despedida final, como foi comigo“, declarou ele.
“Eu vivi a dor da perda antes mesmo do último adeus. Vivi o medo, a impotência, o sofrimento, as noites sem dormir e a dor de ver quem eu amava lutar todos os dias. Eu honrei minha esposa do começo ao fim. Estive presente quando muitos não suportam estar. Nos hospitais, nas consultas, nas crises, nas madrugadas difíceis e em cada batalha que a doença trouxe“, continuou o rapaz.
Em seguida, Lucas Borbas relatou que Isabel Veloso pediu para que ele seguisse em frente caso algo acontecesse com ela. O rapaz ainda ressaltou que os dois conversavam bastante sobre assuntos pessoais que jamais foram expostos durante a batalha da influenciadora contra o câncer.
“Eu não abandonei quando ficou difícil. Não virei as costas. Não falhei com ela. Fui marido, companheiro, cuidador e apoio até o último instante. E só eu sei das promessas que ela me pediu para cumprir. Só eu sei das conversas que tivemos longe das câmeras. Só eu sei quantas vezes ouvi dela: ‘Seja feliz. Continue vivendo. Faça isso por você e pelo nosso filho’“, disse ele.
“Então ninguém tem o direito de reduzir minha história a um julgamento baseado em calendário. Seguir em frente não é traição. Não é esquecimento. Não é falta de amor. É honrar também os últimos desejos de quem partiu. Se três meses para alguns é pouco, respeito. Mas o meu tempo de luto pertence a mim, não a opinião de quem nunca viveu o que eu vivi“, concluiu Lucas Borbas.
Informações: Revista Caras
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