Tati Machado abre o coração em relato sincero sobre rotina sem o filho: ‘Difíceis’
Rael morreu na reta final da gestação, em maio de 2025, ainda no ventre
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A apresentadora Tati Machado abriu o coração nas redes sociais ao falar sobre a rotina desde a perda do filho, Rael, que morreu na reta final da gestação, em maio de 2025, ainda no ventre. Em um desabafo sincero neste domingo, (01) a artista contou que os domingos têm sido os dias mais difíceis da semana e refletiu sobre o processo de lidar com o luto.
“Meus devaneios no fim de domingo. Desde que minha vida virou de cabeça pra baixo, domingos são estranhamente dias mais difíceis. A sensação de organizar a próxima semana sem ter o Rael por aqui traz a sensação de falta, sabe? Afinal, eu to planejando tudo que não me planejei. Não que as coisas fossem sair sempre do jeito que eu pensei e idealizei, mas eu nunca vou saber, né? Então fico aqui com essa sensação estranha”, iniciou.
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Em seguida, continuou: “É triste, eu sei. Mas acho que real mesmo é dividir que nem sempre tudo é um mar de rosas na vida de qualquer um. Tem sempre alguém passando por alguma coisa. E a nossa cabecinha pensa demais. O tempo todo! Por isso acredito que colocar pra fora faz com que a gente reorganize tudo. Seja conversando com alguém por aqui, com alguém da família, amigos…”
“Mas a gente sacode a poeira, né? No meu caso, sempre por ele! Então bora pra frente, bora que tá chegando mais uma semana. Boa noite meuszamores”, disse por fim.
O que Tati Machado fez com o quarto do filho?
Recentemente, a artista contou que ainda não desmontou o quarto do filho. “O quartinho dele ainda está lá, não consegui mexer. Consigo entrar, pegar uma coisinha ou outra, mas ainda não consegui guardar. E olha quanto tempo já passou…”, disse ela em entrevista ao Jornal O Globo.
“Tudo é sobre as expectativas que se tinha. Aquela roupinha que você planejou. Me imagino dando papinha pra ele sem ter certeza de como seria. Me imagino amamentando sem ter certeza se conseguiria amamentar. E aí, depois, a primeira coisa que você pensa é no quarto. É a coisa mais concreta que tem do seu bebê. Depois, entende: “Peraí, deixa eu fechar essa porta aqui”. Então, ela fica lá, e eu entro quando achar necessário. Não preciso me desfazer daquilo agora, não preciso mexer agora. Tem gente que prefere que alguém da família desapareça com aquilo. Cada um tem um jeito. Quando estiver 100% pronta, vou mexer e viver aquele momento. Tem muito sonho ali, muito sonho”, afirmou ela.
Informações: Revista Caras
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