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Memorial dos Mamonas Assassinas é inaugurado 30 anos após a tragédia

Restos mortais foram exumados e parte das cinzas utilizada no plantio de espécies nativas; túmulos originais seguem preservados para visitação

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Memorial dos Mamonas Assassinas é inaugurado 30 anos após a tragédia
Autor O memorial é inaugurado exatamente 30 anos depois da tragédia que matou a banda - Foto: Reprodução

Um memorial dedicado à memória dos Mamonas Assassinas é inaugurado nesta segunda-feira (2) no BioParque Cemitério, em Guarulhos, na Grande São Paulo. A cerimônia marca exatamente os 30 anos do acidente aéreo que vitimou todos os integrantes da banda. O projeto, batizado de Jardim Bioparque Memorial Mamonas, propõe um ciclo simbólico de renovação ao transformar parte das cinzas dos músicos em árvores de espécies nativas.

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Para a concretização do espaço, os corpos de Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli foram exumados na última semana, após um acordo entre os familiares para a cremação dos restos mortais. Parte do material foi misturada a um substrato especial inserido em sementes, permitindo que cada integrante dê origem a uma árvore distinta, que será monitorada por especialistas. As sepulturas originais, no entanto, foram mantidas e continuam abertas à visitação dos fãs, guardando a maior parte das cinzas.

O novo memorial foi construído logo atrás dos túmulos e alia a homenagem ecológica à tecnologia. O local dispõe de identificação individual e totens com QR Code, através dos quais os visitantes podem acessar conteúdos exclusivos, como fotos, vídeos e informações sobre a trajetória do grupo. Antes da abertura ao público geral nesta segunda-feira, uma cerimônia reservada a familiares e amigos próximos foi realizada na última sexta-feira (27).

Trinta anos de saudade

A tragédia que encerrou a breve e meteórica carreira dos Mamonas Assassinas ocorreu na noite de 2 de março de 1996. O grupo retornava de um show em Brasília a bordo de um Learjet 25D fretado quando a aeronave colidiu contra a Serra da Cantareira durante uma manobra de arremetida. Além dos cinco músicos, o acidente vitimou o piloto Jorge Luiz Germano Martins, o copiloto Alberto Takeda, o ajudante de palco Isaac Souto e o segurança Sérgio Porto.

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Na época, a banda vivia o auge do sucesso comercial no Brasil. Com um único álbum de estúdio lançado em 1995, o grupo conquistou milhões de fãs com um humor irreverente e hits como “Pelados em Santos” e “Vira-Vira”, consolidando-se como um dos maiores fenômenos da cultura pop nacional da década de 90.


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