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João Guilherme é condenado após admitir traição

Ele foi considerado culpado por mentir em um processo que ele moveu por difamação contra a influencer Dri Paz

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João Guilherme é condenado após admitir traição
Autor Foto: Reprodução

O namoro de João Guilherme e Larissa Manoela terminou o namoro em 2016, após 1 anos e dois meses juntos, mas o relacionamento ecoa até os dias de hoje. Isso porque o filho de Leonardo foi condenado na Justiça de São Paulo após admitir ter mentido em um processo que ele mesmo moveu com a influenciadora Dri Paz. As informações são do Metrópoles.

De acordo com o colunista Rogério Gentile, do UOL, João processou Dri em maio deste ano, alegando que a mesma o difamou nas redes sociais após dizer que ele havia traído Larissa quando os dois namoravam.

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Além disso, ele teria a chamado de “oportunista de plantão” e “Nelson Rubens da geração Y” ao divulgar fake news para “bombar a qualquer custo na internet”. A indenização pedida pelo influencer foi de R$ 10 mil. Segundo ele, a “notícia falsa” colocaria em xeque sua dignidade e a desafiou a provar que realmente traiu Larissa.

Porém, em sua defesa, Dri Paz utilizou uma confissão que o próprio João fez em novembro deste ano, quando ele admitiu, em entrevista a um podcast, que realmente tinha traído a ex. “O próprio autor [João Guilherme] admitiu, perante mais de 3 milhões de pessoas que, de fato, traiu sua ex-namorada. É evidente a má-fé ao alterar a verdade dos fatos e buscar indenização por danos morais”, alegou a influenciadora.

No tribunal, a juíza Gabriela Fragoso Calasso Costa concordou com este último argumento e condenou João Guilherme por litigância de má-fé. “João Guilherme muda a verdade dos fatos ao argumentar que nunca traiu sua ex-namorada, enquanto confessa perante a imprensa que o fez. Em diversas passagens de sua petição, fez afirmações que não condizem com a verdade”, afirmou a magistrada na sentença.

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Além de uma multa de R$ 1 mil, ele terá que pagar R$ 1,5 mil de honorários de ambas as partes do negócio. Entretanto, ele ainda pode recorrer da decisão.

As informações são do Metrópoles.

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