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Aguinaldo Silva responde crítica de Marco Pigossi a 'Fina Estampa'

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Aguinaldo Silva responde crítica de Marco Pigossi a 'Fina Estampa'
Autor Foto: Tiago Queiroz / Estadão

Aguinaldo Silva usou as redes sociais nesta terça-feira (11), para responder a crítica feita por Marco Pigossi sobre Fina Estampa. Em uma live para o GNT, o ator disse que tem vergonha da novela e que ela "deveria ser proibida de reprisar". "Eu tenho vergonha de algumas coisas que são faladas na novela, que são tratadas na novela, de como são tratadas. Tenho vergonha um pouco também da atuação, das minhas mechas loiras. Mas faz parte da gente, é interessante olhar pra trás e brincar e ver", disse Pigossi.

Aguinaldo Silva não resistiu e acabou desabafando nas redes sociais. No Twitter, o autor da novela fez uma relação entre a exibição de Fina Estampa e o tempo da ditadura.

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"Um ator diz que 'Fina Estampa devia ser proibida de ser reprisada'. Acho que ele quis dizer que os 50 milhões de espectadores que a veem deviam ser proibidos de gostar tanto da reprise da novela. E eu, que vivi os tempos da censura, achando que finalmente era proibido proibir", escreveu, sem mencionar o nome de Pigossi.

Aguinaldo Silva foi além e acrescentou: "Aliás, deixem que lhes diga uma coisa: quando um artista que se considera libertário diz que o trabalho de mais de 150 pessoas que vivem das artes como ele devia ser proibido. Bem, alguma coisa está errada", alfinetou.

Na manhã desta quarta-feira (12), o autor seguiu o raciocínio: "Críticas eu aceito, desde que não sejam à minha vida pessoal, que só a mim diz respeito. O que não aceito é que alguém, ainda mais um artista que se considera "libertário", se manifeste a favor da censura, ou seja, de tudo de autoritário e fascista que existe por trás dela", comentou. Aguinaldo Silva também criticou o alto número de lives durante a pandemia. "Estamos passando por duas pandemias: a do covid-19 e a das lives. Para a primeira infelizmente ainda não temos uma vacina. Já para a segunda o tratamento é bem mais simples: desliga!", concluiu.

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