Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Região

publicidade
REGIÃO

Marumbi e Kaloré não serão afetados pelo reajuste de 12,13% na tarifa de água

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Marumbi e Kaloré não serão afetados pelo reajuste de 12,13% na tarifa de água
Autor Em Marumbi os serviço é municipalizado. Foto: Delair Garcia - Foto: Reprodução

Dois municípios da região não serão afetados pelo polêmico reajuste de 12,13% nas tarifas de água e esgoto cobradas pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Em Marumbi e Kaloré, os serviços são municipalizados e a população paga, em média R$ 23,45 a cada 1 mil litros de água.

O prefeito de Marumbi, Adhemar Rejani (MDB), confessa que manter um sistema municipal tem mais dificuldades do que vantagens. Entretanto, desconsidera a possibilidade de firmar contrato para a Sanepar assumir o serviço. “São poucos recursos para investir em melhorias. Mas enquanto conseguir, vou manter esse sistema, pois temos água de qualidade com preço menor para a população”, afirma o prefeito. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A taxa cobrada no município é R$ 22 por 1 mil litros de água. De acordo com Rejani, o fornecimento de água do município é administrado pelo Sistema Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), e supervisionado pelo Consórcio Intermunicipal de Saneamento Ambiental do Paraná (Cismae), que desenvolve atividades de apoio aos municípios, como a implementação de melhorias sanitárias domiciliares, programas de educação sanitária e ambiental, capacitação técnica, licitações compartilhadas e prestação de serviços.

Rejani conta que está buscando investimentos junto à Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para melhorar o serviço. Segundo ele, há necessidade de implantar uma rede de coleta e tratamento de esgoto e trocar  as bombas e motores que fazem a captação de água das minas. “A rede de captação é muito antiga e dá muita manutenção”, afirma. 

Em Kaloré, onde o serviço também é municipalizado, a população paga R$ 24,90 por 1 mil litros de água. “A Sanepar entrou em contato várias vezes para negociar e assumir o serviço, mas achei melhor manter como está”, disse o prefeito, Washington Luiz da Silva (PSDB).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O prefeito também enfrenta dificuldades em implantar a rede de esgoto no município e busca investimentos em parceria com o órgão federal para promover melhorias. 

“Estou em contato com a Funasa para ajudar na implantação”, comenta. Assim como o prefeito de Marumbi, Silva também prefere manter o sistema municipalizado. Contudo, preferiu não comentar a polêmica sobre o aumento da tarifa da Sanepar. 

“É um reajuste alto, mas não posso opinar porque não sei o custo do sistema”, comentou. O aumento na tarifa representa mais do que três vezes a inflação do período, que, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 3,75%. No documento encaminhado à Agência Reguladora do Paraná (Agepar), a empresa requeria aumento de 22,73%. A ideia era antecipar as demais cinco parcelas restantes do diferimento tarifário, aplicando todas de uma vez já em 2019. A Sanepar trabalha com diversas faixas de cobrança. Para a maior parte das residências, ela cobra um valor de R$ 34,58 a cada 1 mil litros de água, sem o reajuste.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Região

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline