Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Viana diz que pretende ouvir Galípolo e Campos Neto no mesmo dia, se a CPMI for prorrogada

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), afirmou na segunda-feira, 16, que convocará o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto e o atual chefe da autarquia, Gabriel Galípolo, caso consiga prorrogar a investigação.

"Quero os dois no mesmo dia para evitar brigas entre governo e oposição. Ambos têm responsabilidade pelo caso Master", afirmou, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura. Os casos do Master e do INSS se relacionam por causa da oferta de crédito consignado a aposentados e pensionistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Viana também quer convocar representantes de grandes instituições financeiras, como o Santander e o Itaú Unibanco. "Meu gabinete virou passarela de defensor de banco", afirmou. Nesta semana, a CPMI deve colher os depoimentos de executivos da Crefisa e do C6 Bank. "Se não comparecerem, haverá condução coercitiva."

A CPMI foi instalada em agosto e tem o funcionamento autorizado até o dia 28. Viana pediu ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a prorrogação dos trabalhos por 60 dias.

Na entrevista, o senador ainda criticou a omissão da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre o caso do INSS. "A CGU tinha as denúncias e não agiu. Nosso controlador sabia, as denúncias existiam e a CGU não tomou providências, naquela época especialmente que envolvia a Contag Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, por exemplo, que é um órgão ligado às esquerdas no Brasil", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, Viana elogiou a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de proibir sindicatos e associações de fazerem descontos automáticos nos benefícios do INSS. "Lula Proibiu os sindicatos, que são sua base", disse o senador.

Em relação à carreira política, Viana afirmou que não pretende ser candidato ao governo de Minas Gerais e que tentará a reeleição ao Senado.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline