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TSE não vê quebra de isonomia nas eleições e rejeita segunda ação contra Lula

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou, por unanimidade, a segunda ação julgada nesta quinta-feira, 19, contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o seu vice, Geraldo Alckmin. A ação, apresentada pela campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro, apontou uso indevido dos meios de comunicação.

A ação apontou quebra de isonomia na cobertura de emissoras de televisão na data do primeiro turno das eleições, em 2 de outubro, que veicularam discurso de três minutos de Lula feito na Avenida Paulista. "Enquanto ocorria a votação, o presidente Lula estava discursando ao vivo", disse o advogado da acusação, que sustentou que a conduta violou a vedação à propaganda eleitoral nas 48h antes da votação.

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O ex-presidente questionava entrevista concedida por Lula no, mas a avaliação do colegiado foi a de que ela não teve "repercussão relevante no contexto do pleito", considerando ainda que Bolsonaro também concedeu coletiva a imprensa na mesma data.

Mais cedo, o TSE já havia negado outra ação em que o ex-presidente Bolsonaro pedia a inelegibilidade de Lula e Alckmin pelo uso de links patrocinados no Google Ads, em meio à campanha das eleições 2022.

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