Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Se atuação de Bolsonaro for comprovada, que responda por crimes, diz Pimenta

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta, afirmou que, caso a atuação do ex-presidente Jair Bolsonaro for comprovada no inquérito que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado, que o ex-chefe do Executivo possa responder pelos atos. Pimenta, contudo, disse que ainda não conversou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o tema e que não há uma opinião de governo.

"Naturalmente que todos nós estamos acompanhando. Eu, como cidadão, li a matéria e fiquei estarrecido com a gravidade das informações", disse o ministro, em coletiva de imprensa após anúncio do governo federal ao Estado do Rio Grande do Sul nesta sexta-feira, 15. "Espero que o Poder Judiciário possa concluir o mais rapidamente esse inquérito, que o Bolsonaro e os familiares dele possam ter amplo direito de defesa e que a Justiça tome uma decisão."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou o sigilo dos depoimentos prestados à Polícia Federal (PF) no âmbito de inquérito sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado por Bolsonaro e auxiliares. A decisão considerou as "inúmeras publicações jornalísticas com informações incompletas sobre os depoimentos".

Entre os depoimentos publicizados estão o do próprio Bolsonaro, que optou por ficar calado, de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça; de Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil; de Augusto Heleno, ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); de Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; do ex-comandante do Exército, Marco Antônio Freire Gomes; de Carlos De Almeida Baptista Junior, ex-comandante da Aeronáutica; do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e Filipe Martins, ex-assessor especial de Bolsonaro.

"Identificando os indícios de crime, se forem devidamente comprovados, que ele possa responder por esses crimes. Mas não é um tema do governo, não conversei com o presidente Lula sobre isso. É um tema dos partidos, é um tema da sociedade", disse o ministro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV