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Ronaldo Caiado diz apoiar anistia e que não comparecerá ao ato de Bolsonaro no domingo (16)

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O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira, 13, que não comparecerá à manifestação convocada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em Copacabana, no Rio, no próximo domingo, 16, em defesa da anistia dos golpistas do 8 de janeiro de 2023. "No domingo, estarei mobilizando colegas de outros Estados. A partir de agora, viajarei mais, pois o único problema identificado nas pesquisas é que sou pouco conhecido", disse em referência às eleições de 2026.

Mesmo assim, Caiado ressalta que "foi o primeiro" a defender a pauta de anistia, pois "um líder precisa ter espírito de estadista", segundo ele. "Juscelino Kubitschek, quando vítima de um golpe, pediu anistia para o País seguir em frente e construir Brasília. Temos problemas maiores (que punir os atos golpistas)", afirmou. A declaração foi dada após evento da organização Todos pela Educação em São Paulo.

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O chefe do Executivo goiano diz estar percorrendo o Brasil, pensando em sua pré-candidatura ao Planalto. Segundo ele, seu Estado é pequeno e ele ainda não possui muitos votos. Caiado acredita que esse seja o "maior problema" para ele ganhar a eleição de 2026, com base nas pesquisas de opinião divulgadas até o momento.

Em relação à sua parceria com o cantor Gusttavo Lima, apontado como possível candidato a vice-presidente na chapa do governador, Caiado afirma que ambos possuem uma amizade antiga e que devem viajar juntos para debater temas relacionados à política nacional futuramente. No entanto, segundo ele, o artista teria dito que não irá "tomar essa decisão" este ano.

O governador também afirmou que é "muito cedo" para definir um único nome de direita e que ainda há muitas lideranças que podem se unir e seriam bem-vindas no União Brasil. Ele citou o influenciador digital - que está inelegível pela Justiça Eleitoral de São Paulo - Pablo Marçal (PRTB) como exemplo.

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Caiado também foi considerado inelegível pelo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TER-GO) em dezembro de 2024 por abuso de poder político nas eleições municipais de 2024. A decisão ainda cabe recursos no próprio TRE do Estado e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

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