Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Ricardo Nunes almoça com Bolsonaro, Tarcísio e coronel Mello com expectativa de selar vice

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), recebe nesta sexta-feira, 14, o ex-coronel da Rota Ricardo de Mello Araújo (PL), principal cotado para vice na sua chapa de reeleição em outubro, para almoço na Prefeitura ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A expectativa é que as conversas selem o anúncio nos próximos dias.

O entorno de Nunes resistia a Mello Araújo, mas a mudança do cenário eleitoral com as entradas de Pablo Marçal (PRTB) e José Luiz Datena (PSDB) pressionou o prefeito a aceitar o nome apresentado por Bolsonaro como forma de "amarrar" o apoio do ex-presidente e o tempo de propaganda em rádio e TV a que o PL tem direito. O coach fez um tour com deputados e encontrou pessoalmente o ex-presidente em Brasília, ainda que o gesto tenha sido minimizado por Bolsonaro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Como mostrou o Estadão, apesar de encontrar receio entre alguns caciques partidários, a escolha do coronel Mello se tornou praticamente inevitável, na medida em que o governador, um dos principais aliados de Nunes, endossou publicamente a sua indicação. Tarcísio inicialmente defendeu que a escolhida fosse a vereadora e sua ex-secretária Sonaira Fernandes (PL). Diante da chegada de Marçal e Datena, porém, ele afirmou no início da semana que estava "fechado com Bolsonaro" e que era importante que o acerto com Mello Araújo fosse feito "o mais rápido possível".

Apesar da profusão de nomes ventilados como postulantes à vice, auxiliares de Nunes apontam que apenas uma opção além do coronel Mello foi seriamente cogitada: o secretário de Relações Internacionais, Aldo Rebelo. A articulação naufragou após ele recusar se filiar ao Republicanos e escolher o MDB no prazo de filiação partidária. A dificuldade na costura de uma "chapa pura" do MDB deu lugar a um impedimento legal no último dia 6 de junho, com Rebelo optando por permanecer no cargo a menos de quatro meses da eleição.

Nunes tem evitado cravar o nome do coronel sob a justificativa de consultar os dirigentes dos demais partidos da coligação. O prefeito reúne o apoio de PL, Republicanos, Progressistas, PSD, Solidariedade, Avante, PRD, Podemos, Agir e Mobiliza, além do próprio MDB. Antes do almoço com Bolsonaro, afirmou a jornalistas que era um "diálogo normal que estou tendo com todos os outros partidos" e que a decisão final só será apresentada quando a chamada "frente ampla" for consultada. "Então, hoje não terá nenhuma definição. A gente vai ter um diálogo, uma conversa."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV