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PT fará seminário para rediscutir futuro após desempenho abaixo do esperado nas eleições

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Depois do desempenho abaixo do esperado nas urnas em 2024, a direção do Partido dos Trabalhadores (PT) está preparando um seminário para discutir o futuro da legenda. A previsão é que seja realizado em dezembro, ainda sem data definida, e que seja aberto a todos os filiados.

O encontro, que está sendo planejado em parceria com a Fundação Perseu Abramo - a escola de formação da legenda - e já estava previsto desde antes das eleições municipais, tornou-se ainda mais necessário depois do desempenho da sigla no pleito e das queixas de seu principal quadro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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O petista admitiu a necessidade de "redescutir o papel do PT na disputa pelas prefeituras" e que o partido não teve uma "boa participação em São Paulo (o Estado)", e ressaltou a importância de repensar a comunicação de seu governo.

"Temos que rediscutir o papel do PT na disputa das prefeituras. O PT, nessas eleições, 80% dos nossos prefeitos foram eleitos em cinco países (sic), todos eles no Nordeste. Nós tivemos uma boa participação no Rio Grande do Sul, não tivemos uma boa participação em São Paulo, em Minas Gerais ganhamos as duas cidades que governamos", declarou.

A candidatura do ex-coach Pablo Marçal (PRTB) acendeu um sinal de alerta na cúpula do partido e no próprio presidente Lula, que defende a adoção de uma nova estratégia para se reconectar com sua base.

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Como mostrou a Coluna do Estadão, o governo ampliará publicidade após o período eleitoral para driblar o pessimismo com popular com a economia, revelada pela pesquisa Quaest como o maior problema do País para os brasileiros.

O governo até lançou a campanha Fé no Brasil, no início de maio, com quatro eixos temáticos (economia, educação, saúde e agro), trabalhando o conceito básico de injetar esperança na população, e também buscando alcançar os eleitores evangélicos - segmento onde a popularidade de Lula patina -, mas a estratégia terminou sendo impactada pelas tragédias climáticas, no Rio Grande do Sul e, depois, pelas queimadas. Sem trocadilhos, "não havia clima", resume um dos integrantes do governo.

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