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PP aprova negociação de federação com União Brasil que pode criar maior bancada da Câmara

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O presidente nacional do Progressistas (PP), senador Ciro Nogueira (PI) anunciou na terça-feira, 18, que o partido decidiu seguir com as negociações para formar uma federação com o União Brasil. A decisão foi informada depois que a presidência da sigla convocou reunião para consultar a Executiva Nacional sobre o tema.

"Após intensa discussão, deputados federais, senadores e presidentes de diretórios estaduais decidiram, por unanimidade, dar pleno aval à presidência do partido para prosseguir as tratativas no sentido de consolidar a criação da federação", escreveu Ciro Nogueira em uma publicação no X (antigo Twitter).

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O União Brasil ainda não anunciou sua posição. A informação é de que a presidência do partido está de acordo com a negociação, mas deve consultar as bancadas do Legislativo e os governadores.

A formação de uma federação partidária significa que as duas ou mais legendas envolvidas atuam de forma unificada em todo o País, como se fossem um único partido. A federação é uma entidade com personalidade jurídica própria e deve ter um estatuto que estabelece suas regras de funcionamento.

O acordo envolve divisão do Fundo Partidário e tempo de televisão e deve vigorar por pelo menos quatro anos. Essa é a principal diferença entre uma federação e uma coligação, aliança que termina após o período eleitoral.

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Se confirmada, a junção do PP e do União Brasil resultará na maior bancada dentro da Câmara dos Deputados, com 109 parlamentares, e os maiores repasses de verba. Atualmente, o PL é quem detém o maior grupo político, seguido pela federação entre PT, PCdoB e PV.

Inicialmente, as negociações envolviam também o Republicanos. Na última quinta-feira, 13, o presidente do partido, senador Marcos Pereira (SP) informou ter comunicado aos líderes do PP e do União Brasil que a bancada decidiu rejeitar a união de maneira "quase que unânime". Agora, a sigla estuda a possibilidade de uma fusão com o PSDB.

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