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ATÉ 20 ANOS DE RECLUSÃO

Polícia confirma prisão de 300 envolvidos em invasão; saiba mais

Os dados foram divulgados pela Polícia Civil do Distrito Federal por volta das 23 horas deste domingo (08)

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Polícia confirma prisão de 300 envolvidos em invasão; saiba mais
Autor As três sedes do Poder brasileiro foram atacadas neste domingo (08) - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Polícia Civil do Distrito Federal confirmou, até por volta das 23 horas deste domingo (08), a prisão de 300 envolvidos na invasão às sedes dos Três Poderes em Brasília. Mais cedo, o governador do DF, Ibaneis Rocha, havia dito que mais de 400 pessoas haviam sido detidas.

"Todos estão sendo encaminhados ao edifício-sede de nossa instituição. Estão sendo identificados e ouvidos nos autos do inquérito que investiga todos os atos criminosos ocorridos esta tarde na Esplanada dos Ministérios", informou a PCDF.

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LEIA MAIS: Lula se reúne nesta segunda-feira (09) com Fórum de Governadores

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, garantiu em coletiva realizada na noite deste domingo (08) que todos que participaram dos atos golpistas serão punidos - e destacou que as penas podem chegar a 20 anos de reclusão.


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Moraes determina o afastamento por 90 dias do governador do DF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou no final da noite deste domingo, 8, o afastamento por 90 dias do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), do cargo. A decisão foi proferida horas após a invasão às sedes dos Três Poderes, que despertou suspeitas de omissão de autoridades locais.

Moraes classificou a conduta de Ibaneis de "dolosamente omissiva" por ter chamado os atos de vandalismo de "livre manifestação política em Brasília" e por ter ignorado apelos de autoridades para traçar um plano de segurança semelhante ao empregado no 7 de Setembro.

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"Absolutamente NADA justifica a omissão e conivência do Secretário de Segurança Pública e do Governador do Distrito Federal com criminosos que, previamente, anunciaram que praticariam atos violentos contra os Poderes constituídos", escreveu o ministro na decisão.

O ministro disse que a omissão e conivência de diversas autoridades da área de segurança e inteligência ficaram demonstradas na ausência de policiamento na região, na autorização para entrada de mais de 100 ônibus transportando pessoas que participaram do ato e a "total inércia no encerramento do acampamento criminoso na frente do QG do Exército, nesse Distrito Federal, mesmo quando patente que o local estava infestado de terroristas, que inclusive tiveram suas prisões temporárias e preventivas decretadas".

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