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COMPLIANCE ZERO

PF mira dono do Banco Master em operação contra fraudes de R$ 12 bi

A ação cumpre 42 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF)

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PF mira dono do Banco Master em operação contra fraudes de R$ 12 bi
Autor Polícia Federal realiza Operação Compliance Zero - Foto: PF/Divulgação

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (14), a segunda fase da operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master. Entre os principais alvos estão Daniel Vorcaro, dono da instituição, e o empresário e investidor Nelson Tanure.

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A ação cumpre 42 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro e bloqueio de bens e valores que ultrapassam a cifra de R$ 5,7 bilhões. As diligências ocorrem em endereços na Avenida Faria Lima, centro financeiro de São Paulo, e estendem-se aos estados da Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

O esquema de desvio Segundo as investigações, o esquema consistia na captação de recursos de clientes e aplicação em fundos, que posteriormente eram desviados para o patrimônio pessoal de Vorcaro e de seus familiares — pai, irmã e cunhado também são alvos das buscas.

A PF aponta que o banco operava a venda de títulos de crédito falsos, emitindo Certificados de Depósito Bancário (CDBs) com promessas de retorno de até 40% acima da taxa de mercado, percentual considerado irreal pelas autoridades financeiras. A estimativa é que as fraudes totais alcancem o montante de R$ 12 bilhões.

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Histórico e intervenção do Banco Central Esta é a segunda etapa da ofensiva policial. A primeira fase, realizada em novembro, resultou em sete prisões (cinco preventivas e duas temporárias). Na ocasião, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, alegando incapacidade da instituição em honrar seus compromissos financeiros.

A falência do banco, no entanto, é objeto de controvérsia em Brasília. O processo corre sob sigilo, mas o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Jonathan de Jesus, questionou o Banco Central sobre indícios de que a liquidação da instituição teria sido "precipitada".

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