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Pastor que pediu que Deus 'arrebentasse a mandíbula' de Lula diz ter recebido ligações da PF

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O pastor evangélico Anderson Silva, líder da igreja brasiliense Vivo por Ti, afirmou nesta sexta-feira, 27, que recebeu ligações da Polícia Federal (PF) após ter dito, em uma live com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que fez uma oração pedindo para que Deus "arrebentasse a mandíbula" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A transmissão aconteceu em maio do ano passado e a repercussão, em junho, fez com que o ministro da Justiça, Flávio Dino, acionasse a PF por incitação à violência.

Na live na qual pastor foi o apresentador e Nikolas estava como convidado, Silva fala que os religiosos precisam orar para "matar e quebrar dentes de adversários". Ao falar sobre pedir que Deus "arrebentasse" a mandíbula do chefe do Executivo, o parlamentar, que é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), reagiu com risadas e ainda falou em "arrancar a cabeça" de inimigos. Veja o vídeo:

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"A gente precisa crer, cara. Você abriu uma janela aqui. A igreja diz 'ah, eu estou orando', mas talvez a gente não está orando na fé, na intensidade da fé. Faltam essas orações em precatórias dos salmistas: 'senhor, mata meus inimigos, quebra os dentes dos meus inimigos'. Falta a gente orar assim: 'senhor, arrebenta a mandíbula do Lula', 'senhor, prostra enfermos os ministros do STF para que eles te conheçam no leito de enfermidade", disse o pastor.

No seu Instagram, Silva disse nesta sexta que recebeu dois telefonemas de policiais federais. Segundo o líder religioso, ele refutou a ideia de que teria ameaçado o petista e afirmou que estava sendo vítima de uma "perseguição".

"Eu falei para o delegado que eu não incitei crime contra ninguém. Eu não desacreditei as instituições, por mais que não creia na maioria delas, e citei Bíblia como um pastor: Salmos Capítulo 2, Salmos Capítulo 3, Salmos Capítulo 58, e Apocalipse 2:22", disse Silva.

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O pastor disse também que a expressão usada ao falar sobre o presidente da República teria sido uma metáfora. "A mandíbula é uma linguagem metafórica do salmista, né? A mandíbula é onde o opositor te dá a mordida, então o salmista clama a Deus, para que Deus lide com a autoridade que o opositor tem. Não incitei violência contra absolutamente ninguém", afirmou.

Dino pediu investigação da PF após repercussão da transmissão

Após a repercussão da live em junho, Flávio Dino usou as suas redes sociais para dizer que havia solicitado uma investigação sobre o episódio. "A frase que incita violência é anticristã. E criminosa, por isso mandarei hoje para a Polícia Federal", disse.

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