Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Pacheco: Presenciamos uso clandestino e marginal da Abin para perseguir pessoas

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta sexta-feira, 12, que houve "uso clandestino e marginal de informações da Abin para perseguir pessoas", conforme investigação da Polícia Federal.

Para Pacheco, houve "sofisticação da capacidade de se contaminar uma instituição". "Se no passado já se falou de pessoas alopradas, considero que são mais traidores da pátria do que aloprados", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Questionado sobre se o Congresso poderia ter sido mais atuante para fiscalizar a Abin, por meio da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI), Pacheco refutou essa possibilidade.

"A CCAI tem uma função de estabelecer diretrizes, busca de informações, mas não imagino o que a CCAI, no pleno exercício de suas funções, poderia fazer para evitar algo desse tipo", afirmou.

De acordo com a Polícia Federal, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Jair Bolsonaro monitorou ilegalmente ao menos quatro ministros do Supremo Tribunal Federal, quatro deputados federais, quatro senadores, um ex-governador, dois servidores do Ibama, três auditores da Receita Federal e quatro jornalistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A lista foi descoberta pelos investigadores da Operação Última Milha da Polícia Federal, que teve sua quarta fase deflagrada ontem. Foram presos integrantes do chamado 'gabinete do ódio' e quatro auxiliares do ex-chefe da Abin Alexandre Ramagem, hoje deputado federal e pré-candidato a prefeito no Rio. Segundo a PF, algumas das apurações tentavam confirmar fake news que circulavam em grupos bolsonaristas.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV