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Nunes minimiza declaração de Tebet sobre não subir no palanque com Bolsonaro: 'Natural'

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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou nesta segunda-feira, 1º, que é "absolutamente natural" que a ministra do Planejamento, Simone Tebet, não suba no seu palanque na campanha à reeleição quando o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estiver presente.

Neste sábado, 30, em entrevista à CNN Brasil, a correligionária do prefeito foi questionada se subiria ao palanque de Nunes, já que integram a mesma sigla. "Bolsonaro não estando (risos). A gente pode ir em dias diferentes", afirmou a ministra, que confirmou apoio a Nunes.

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Para o prefeito, é normal haver discordância de opiniões entre membros de um mesmo grupo político. Por isso, é razoável que a ministra "escolha um momento em que não esteja presente o Bolsonaro" para participar da campanha.

Nunes afirmou ainda que considera sua campanha à reeleição uma "frente ampla" contra o pré-candidato do PSOL, deputado federal Guilherme Boulos. Congregando vários setores, disse o prefeito, a discordância de opiniões é ainda mais provável. "Vão ter setores que, às vezes, não concordam e não têm o mesmo posicionamento ideológico", disse Nunes.

Tebet integra a gestão federal desde janeiro do ano passado e se aproximou do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o segundo turno da eleição de 2022, na qual ficou em terceiro lugar para a Presidência. O apoio ao petista foi emitido com ressalvas e motivado por discordâncias em relação a Jair Bolsonaro, então candidato à reeleição.

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Aproximação entre Nunes e Bolsonaro

Ricardo Salles, ex-ministro do Meio Ambiente do governo Bolsonaro, se apresentava como pré-candidato à Prefeitura de São Paulo até o final do ano passado. No entanto, o ex-ministro não obteve apoio dentro do PL para seguir com a pré-campanha. O partido preferiu se aliar a Nunes, possivelmente indicando o vice na chapa.

A aliança de Nunes com Bolsonaro foi consolidada em um almoço no último dia 26. A aproximação com o ex-presidente motivou a saída de Marta Suplicy do MDB e do secretariado do prefeito. Em janeiro, Marta retornou ao PT, sigla que integrou durante três décadas e estava afastada desde 2015, e selou um acordo para ser a vice na chapa de Guilherme Boulos.

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