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No mesmo dia em que STF julga Bolsonaro, Tarcísio agradece o ex-presidente: 'gratidão'

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No mesmo dia em que a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou o julgamento de Jair Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), fez questão de demonstrar seu agradecimento ao ex-presidente. O pronunciamento ocorreu nesta sexta-feira, 7, durante a posse de Wagner de Campos Rosário como novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP).

"Queria agradecer muito pelas presenças especiais dos senadores Rogério Marinho (PL) e Flávio Bolsonaro (PL) e dizer, Flávio, que teu pai está presente aqui conosco. Você representa o presidente Jair Bolsonaro, que não está aqui, mas, com certeza, está muito feliz com a posse do Wagner de Campos Rosário. Queria dizer que gratidão é algo que não prescreve e não vai prescrever nunca", declarou Tarcísio.

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O governador também reforçou sua lealdade ao ex-presidente. "Sou muito grato a tudo, muito grato ao presidente Jair Bolsonaro por tudo", afirmou.

Enquanto Tarcísio discursava em São Paulo, em Brasília, a Primeira Turma do STF dava continuidade ao julgamento de Bolsonaro no processo da trama golpista. Na sessão virtual, os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino votaram pela rejeição do recurso apresentado pela defesa e pela manutenção da condenação a 27 anos e 3 meses de prisão.

Bolsonaro só deverá ser preso para cumprir a pena quando o processo transitar em julgado, ou seja, após o esgotamento de todos os recursos, a menos que o STF entenda que os novos pedidos da defesa têm caráter meramente protelatório.

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Além de Bolsonaro, a Primeira Turma, também rejeitou os recursos de outros integrantes considerados parte central do plano de golpe como: Walter Braga Netto (ex-ministro da Defesa e da Casa Civil), Anderson Torres (ex-ministro da Justiça), Almir Garnier (ex-comandante da Marinha), Augusto Heleno (ex-ministro do GSI), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa) e Alexandre Ramagem (deputado federal e ex-diretor da Abin).

O único a não recorrer foi o tenente-coronel Mauro Cid, que firmou acordo de colaboração premiada.

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