Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Moraes diz à PF que foi alvo de duas investidas em Roma: 'Roubou as eleições'

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou à Polícia Federal que foi alvo de duas investidas no aeroporto de Roma no último dia 14, destacando que Roberto Mantovani Filho e Andréia Munarão - apontados como autores das hostilidades - teriam dito que o magistrado havia 'fraudado as urnas e roubado as eleições'.

O ministro e quatro integrantes de sua família foram ouvidos pela PF nesta segunda-feira, 24. Nos cinco depoimentos foi destacado que as hostilidades dirigidas ao magistrado eram 'políticas' e teriam o intuito de 'constrangê-lo'. A família garantiu que as imagens do aeroporto italiano comprovariam a versão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo o relatado por Alexandre e seus familiares à PF, Andrea abordou o ministro enquanto este estava fazendo credenciamento para entrar na sala VIP da companhia aérea TAP. Foi relatado à PF que ela teria chamado Alexandre de Moraes de 'comunista, bandido e comprado'.

Ainda de acordo com os depoimentos, depois que Alexandre entrou na sala VIP, Andrea teria começado a gravar o magistrado e afirmado que ele havia 'fraudado as urnas e roubado as eleições'.

Foi nesse momento que os três filhos de Alexandre de Moraes, que ainda estavam no credenciamento, teriam alertado Andrea, indicando que, se não parasse, seria gravada e processada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a versão da família do ministro do STF, nesse momento, Andrea chamou o marido, Roberto Mantovani que avançou contra o filho de Alexandre dizendo: "Filho de bandido, comunista, ladrão. Seu pai fraudou as eleições".

Nesse momento, na porta da sala VIP, o filho do ministro tentou pegar seu celular para gravar o ocorrido, ocasião em que Roberto teria dado um tapa em seu rosto, o que fez com que seus óculos caíssem. De acordo com o depoimento, Roberto foi contido por um estrangeiro.

Essa teria sido a primeira investida contra Alexandre de Moraes. Após tal dinâmica, o casal foi embora. No entanto, acabou retornando instantes depois, passando a gravar Alexandre e sua família dentro da sala VIP, segundo o relatado à PF.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em tal instante, o ministro do STF teria se direcionado ao casal, dizendo que era a segunda vez que eles agrediam sua família. Alexandre afirmou à PF ter avisado que tiraria fotos para identificá-los e que seriam processados no Brasil.

O depoimento relata que, após o aviso, Roberto e Alex Zanatta Bignotto (seu genro) continuaram a ofender o ministro, dizendo que 'havia fraudado as urnas e que era um bandido'. Enquanto isso, Andrea também proferia ofensas, ainda segundo a versão de Alexandre e seus familiares.

Roberto e Andreia também já prestaram depoimento sobre o caso

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Investigados pelas hostilidades a Alexandre de Moraes, Roberto Mantovani Filho e Andréia Munarão já foram ouvidos pela Polícia Federal sobre o caso. Na ocasião, o primeiro admitiu que houve um 'entrevero', envolvendo várias pessoas, com o filho do ministro do STF no aeroporto de Roma. Segundo a defesa do casal, o estopim da confusão teria sido a falta de lugares na sala VIP do aeroporto de Roma.

O corretor de imóveis Alex Zanatta Bignotto também foi ouvido pelos investigadores, tendo negado qualquer hostilidade ou agressão ao ministro.

No mesmo dia em que prestou depoimento à PF, o casal Mantovani teve sua casa vasculhada. Os agentes foram angariar provas para abastecer o inquérito sobre supostos crimes de injúria, perseguição e desacato. As diligências são questionadas por constitucionalistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Imagens devem esclarecer contradições em versões

Na sexta-feira, 20, a Adidância da Polícia Federal em Roma recebeu os arquivos das câmeras de segurança de Fiumicino, Aeroporto Internacional da capital italiana, que registraram as supostas hostilidades ao ministro Alexandre de Moraes.

A expectativa dos investigadores é a de que as gravações possam dirimir contradições nas versões dadas pelos investigados pelas supostas hostilidades a Alexandre de Moraes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Antes de as gravações do aeroporto aportarem na PF em Roma, a defesa dos suspeitos de terem hostilizado o ministro do STF entregaram, aos investigadores, um vídeo. As imagens, segundo relato do advogado Ralph Tórtima Filho, mostrariam o ministro chamando um dos supostos agressores de "bandido".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV