Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Ministras de Lula rejeitam PL do aborto e protestam nas redes sociais

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

As nove ministras do governo federal declararam rejeição ao "PL do Aborto" e incentivaram protestos nas redes sociais contra a tramitação da matéria. Neste sábado, 15, as ministras Simone Tebet (Planejamento), Nísia Trindade (Saúde) e Margareth Menezes (Cultura) completaram a lista de mulheres do 1º escalão do governo que se opõem ao projeto.

Na rede social X, Tebet afirmou que "ser contra o aborto não pode significar defender o PL do estupro" e classificou o conteúdo do projeto como "desumano".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Esta cruzada por pautas sensacionalistas está apenas começando, porque o que muitos querem é acabar com os casos permitidos por lei (estupro, risco à mulher e anencéfalos). Gritem nas suas redes. #NÃO, NÃO e NÃO", escreveu.

Já a ministra da Saúde declarou no X que acompanha o debate "com grande preocupação" e chamou o projeto de "injustificável e desumano".

A ministra da Cultura relembrou que o aborto é permitido por lei em casos de estupro e ressaltou a possibilidade de que vítimas de violência sejam punidas com pena maior que criminosos. "Precisamos proteger nossas crianças e mulheres", escreveu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As três fizeram as publicações após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter chamado o projeto de "insanidade", na manhã deste sábado, três dias após o tema ter sido pautado no plenário da Câmara. Antes do petista, outras seis ministras haviam se pronunciado.

Em 12 de junho, a ministra Cida Gonçalves (Mulheres) disse que o projeto impõe "mais barreiras ao acesso ao aborto legal". No dia seguinte, a ministra Anielle Franco (Igualdade Racial) escreveu que o projeto "agrava casos de gravidez infantil".

A ministra Marina Silva (Meio Ambiente), que é evangélica, também se posicionou. Em entrevista a jornalistas, ela criticou a "instrumentalização de temas altamente complexos" e disse que "as mulheres brasileiras precisam ser respeitadas".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também fizeram oposição ao projeto as ministras Luciana Santos (Ciência e Tecnologia), Sônia Guajajara (Povos Indígenas) e Esther Dweck (Gestão e Inovação). Outros ministros acompanharam as críticas.

As manifestações reforçam a posição do governo federal contra a decisão da Câmara dos Deputados de ter aprovado um requerimento de urgência para a votação do mérito de um projeto que equipara o aborto ao crime de homicídio após 22 semanas de gestação.

A aprovação da urgência ocorreu em votação simbólica na quarta-feira, 12, após uma reunião de líderes em que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), firmou acordo com a bancada evangélica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a repercussão negativa, Lira disse que o projeto terá como relatora uma deputada "de centro e moderada". Segundo ele, a ideia é "dar espaço a todas as correntes que pensam diferente".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV