Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
GOLPE

Militares usariam armamento pesado para matar Lula, Alckmin e Moraes

Relatório da PF mostra que grupo de militares planejava usar pistolas, fuzis, lança-granada e lança-rojão

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Militares usariam armamento pesado para matar Lula, Alckmin e Moraes
Autor Armamento de guerra seria empregado para os assassinatos - Foto: Reprodução

A operação da Polícia Federal (PF) deflagrada nesta terça-feira, 19, investiga a atuação de um grupo de militares que planejava matar em 2022 o então presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu vice, Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O relatório da PF, enviado ao STF com o pedido de prisão dos envolvidos, tem 221 páginas e traz a descrição dos armamentos que os envolvidos pretendiam usar para consumar o crime.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo o relatório, o arsenal previsto contava com quatro pistolas 9mm ou .40 e quatro fuzis 5,56mm, 7,62mm ou .338, uma munição de alta precisão usada em combates de longa distância. Essas armas são amplamente utilizadas por forças de segurança e militares pela precisão e capacidade de neutralizar alvos em diferentes situações táticas.

Além dela, são citados armamentos de uso coletivo, como como a metralhadora M249, que pode ser operada por um soldado, mas tem alta capacidade de disparo automático. Com variantes nos calibres 5,56mm e 7,62mm, essa arma é um recurso estratégico em combates prolongados.

O plano incluía ainda um lança-granadas de 40mm, equipamento que é comumente empregado para destruição de estruturas ou dispersão de grupos em terreno hostil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre os itens mais avançados estava o lança-rojão AT4, conhecido por sua eficácia em destruir veículos blindados ou fortificações. O armamento é amplamente utilizado por forças armadas ao redor do mundo e a presença em um contexto civil não é comum, dada sua capacidade de causar danos em larga escala.

A operação, batizada de Contragolpe, resultou na prisão de um general da reserva, três militares das Forças Especiais do Exército - conhecidos como "kids preto" - e de um agente da própria PF. Eles são suspeitos de envolvimento em um plano denominado "Punhal Verde e Amarelo", que previa a "neutralização" de Lula, Alckmin e Moraes por meio de envenenamento e explosivos.

O plano veio à tona após a Operação Tempus Veritatis, iniciada em fevereiro para investigar uma tentativa de golpe de Estado supostamente articulada durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline