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Me pergunto onde estão África, América Latina e vários países da Ásia na ONU, diz Lula

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Em linha com a posição brasileira de promover a reforma da governança global, ou seja, o funcionamento da ONU, o presidente Lula se queixou publicamente sobre o pouco espaço de participação de países emergentes em instâncias da organização, o que inclui o Conselho de Segurança. "Me pergunto onde estão o continente africano, os países da América Latina e vários países asiáticos na ONU. Quando foi fundada, a ONU tinha 56 países, hoje tem 196 países", disse, no encerramento dos trabalhos do G20 Social, a dois dias do início da cúpula de líderes, no Rio de Janeiro.

"Os últimos anos foram o período de maior número de conflitos desde a 2ª Guerra Mundial. E, para evitar conflitos, é preciso dar importância ao Conselho de Segurança da ONU", continuou Lula em queixa sobre a dinâmica do órgão que deveria buscar a promoção da paz, mas é lido como imobilizado pelo governo brasileiro e alguns pares. No documento final do G20 Social, o modelo atual da ONU é definido como "incapaz".

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A uma plateia lotada de representantes de movimentos sociais, Lula disse que a economia e política internacionais não são monopólio de especialistas e burocratas.

"Política e economia não estão só nos escritórios da Bolsa de Nova York ou na Bolsa de São Paulo, nem só nos gabinetes de Washington, Pequim, Bruxelas ou Brasília. Fazem parte do dia a dia de cada um de nós", disse Lula.

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Em seguida, pediu a participação mais ativa da sociedade civil organizada junto a mecanismos e grupos como o G20. "Se os dirigentes não assumem responsabilidade, vocês têm de fazer a diferença. Gritem, protestem, reivindiquem", disse.

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