Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Marina descarta disputar Presidência e diz que decisão sobre Margem Equatorial será técnica

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que não pretende se candidatar novamente ao Palácio do Planalto. Marina foi candidata a presidente em 2010, 2014 e 2018. Em 2022, pela Rede Sustentabilidade, elegeu-se deputada federal. A ex-senadora disse estar "convencida" da escolha e que, ao invés de um projeto presidencial, pretende corroborar com a manutenção de uma "frente ampla" pela democracia.

"Não serei mais candidata à Presidência. Não me coloco nesse lugar. Fui convencida a ser deputada federal, e, embora sempre veja a política como um processo dinâmico, hoje meu foco é continuar contribuindo para que a frente ampla e a defesa da democracia sigam vitoriosas", disse a ministra durante o Roda Viva desta segunda-feira, 10.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Marina reafirmou ser técnica a atuação do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) no licenciamento para explorar petróleo na Margem Equatorial, na Foz do Amazonas.

O impasse opõe o setor de energia e os ambientalistas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Um parecer técnico do Ibama rejeitou o pedido de exploração, mas há pressão para que Rodrigo Agostinho, presidente do órgão, rejeite o relatório e aprove o licenciamento. Agostinho afirma que há prazo para concluir a análise do pedido, enquanto Lula disse se tratar de "lenga-lenga".

"Se todas as dificuldades forem superadas durante o processo de licenciamento, a licença pode ser concedida. Caso contrário, ela é negada. Mas é uma decisão técnica", disse Marina Silva.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além do presidente, também há pressão de Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia. Silveira afirmou que é hora da "chave virar" no processo de emissão da licença, prometendo pesquisas sustentáveis na região, e que pretende cobrá-la de Agostinho pessoalmente. Por outro lado, Marina afirmou não se sentir pressionada no governo.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline