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Marçal nega impulsionamento de propaganda eleitoral e diz que viralizações são 'orgânicas'

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Um dos candidatos à prefeitura de São Paulo, o ex-coach Pablo Marçal (PRTB), negou, nesta terça-feira, 20, que tenha feito impulsionamento ilegal de propagandas eleitorais nas redes sociais. Para ele, as denúncias de abuso de poder econômico feitas contra ele são parte de uma estratégia para impedir sua vitória.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu, no último sábado, 17, a suspensão da candidatura até que se apure se houve abuso de poder econômico durante o período de pré-campanha, que se encerrou na sexta-feira, dia 16.

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A ação foi movida pelo PSB, partido da também candidata Tabata Amaral. Para Marçal, trata-se de um plano "desesperado" dos concorrentes. Além disso, ele afirma que todo seu engajamento on-line é orgânico e disse não poder "segurar as pessoas de as fazerem as coisas".

"Eu não estou remunerando ninguém. A própria plataforma, tipo TikTok, remunera, por isso eu tenho 3,5 bilhões de marcações lá", disse a jornalistas. A representação alega que Marçal passou a estimular o compartilhamento do conteúdo de seus perfis mediante "promessas de pagamentos" aos seguidores para driblar a vedação ao impulsionamento pago - contratado com as próprias Big Techs, e que são permitidos fora do período eleitoral.

A prática, segundo o MPE, configura um impulsionamento de conteúdo indireto e impossibilita a fiscalização dos gastos. De acordo com a legislação eleitoral, os gastos durante a chamada "pré-campanha" não podem ser excessivos. "Não envolvi nenhuma empresa, nem dinheiro meu para fazer isso", disse o candidato.

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