Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Malafaia critica Flávio Bolsonaro e volta a defender Tarcísio como nome da direita

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o pastor Silas Malafaia voltou a defender que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), seja o nome da direita na disputa pelo Palácio do Planalto. Para Malafaia, a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) "não empolgou a direita".

Em entrevista ao SBT News, o líder religioso afirmou que há outros quadros qualificados no campo conservador - como os governadores Ratinho Jr. (PSD), do Paraná, Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Ronaldo Caiado (União), de Goiás -, mas avaliou que a eleição exige mais do que "competência". Segundo ele, vencer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passa por construir uma frente que reúna centro e direita, algo que, na sua leitura, Tarcísio consegue fazer com mais facilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Malafaia também mencionou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) como ativo eleitoral, ao citar a capacidade de diálogo com mulheres e evangélicos. "A direita pura não ganha a eleição", afirmou, ao defender uma candidatura com maior "capilaridade" e apoio além do núcleo bolsonarista.

O pastor argumentou ainda que o fato de a esquerda reagir com mais intensidade a Tarcísio - e não a Flávio - seria um indicativo de quem representa ameaça real no pleito. "Eu não vejo o Flávio com musculatura para derrotar o Lula", disse, ressaltando não ter objeções pessoais ao senador, mas insistindo que sua eventual candidatura "não empolgou a direita".

Malafaia também questionou a escolha de Bolsonaro pelo filho Flávio como candidato do bolsonarismo, ao sugerir que o senador teria se aproveitado do estado emocional do pai.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Malafaia, a forma como a decisão foi conduzida revela fragilidade política. "Eu achei uma afronta, um pai, debilitado emocionalmente, o filho ir lá, sozinho, e arrancar dele: 'Ô, eu sou candidato'. Depois, o filho vai lá e faz o pai escrever: 'Sou candidato'. Acho isso um amadorismo político, se aproveitando de um momento de debilidade emocional de Bolsonaro", afirmou.

Na avaliação de Malafaia, inclusive, a decisão de Tarcísio de recuar de visitar Bolsonaro na Papudinha, em Brasília, nesta quinta-feira, 22, se deve as recentes declarações de Flávio. Ao O Globo, o senador afirmou que o governador ouviria de Bolsonaro que sua reeleição em São Paulo é "fundamental para a estratégia nacional" e que uma candidatura presidencial do governador estaria descartada.

"Na minha visão, Tarcísio falou: 'não vou agora, vou deixar passar. Eu não vou de baixo dessa pressão, de que eu vou chegar lá para ser um cordeirinho'. É a minha visão do que eu estou presenciando agora, eu não falei com o Tarcísio. Estou dando a minha opinião e a minha visão", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Conforme a Secretaria de Comunicação do Estado de São Paulo (Secom), o encontro entre o governador Tarcísio de Freitas e o ex-presidente Jair Bolsonaro foi adiado por conflito de agenda. Uma nova data será agendada.

No entanto, como mostrou o Estadão, a agenda do governador prevê apenas compromissos internos no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline