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Lula, emocionado no PR: conseguiram criar no imaginário que todo mundo da Petrobras era ladrão

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, chorou em cerimônia em planta da Petrobras no Paraná, próximo de onde ficou preso por 580 dias por causa de processos da Lava Jato. Ele voltou a criticar o ex-juiz e hoje senador Sergio Moro e os procuradores da operação. Também disse que, no passado, quem trabalhava na estatal era taxado de ladrão.

Lula agradeceu aos militantes que fizeram uma vigília em frente à carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, durante o tempo em que ele ficou preso.

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"Eu ouvia da cela em que eu estava todo santo dia o pessoal cantar, cantar parabéns, comemorar aniversário. E aquilo marcou a minha vida começa a chorar", disse o presidente. "Vocês não têm dimensão do orgulho que eu estou de estar começa a chorar, de estar vestindo essa camisa da Petrobras. Muitas vezes eu ficava deprimido e chorava quando eu ficava sabendo de notícia de que companheiros trabalhadores da Petrobras entravam em um restaurante para comer, ou entrava no bar, e muitas vezes eram chamados de ladrão", declarou.

A Lava Jato investigou principalmente esquemas de corrupção na Petrobras, por isso a menção de Lula. O petista teve os processos anulados, mas parte dos acusados ao longo da operação confessaram irregularidades e devolveram recursos.

"Conseguiram criar no imaginário daqueles que não gostam de nós a ideia de que todo mundo na Petrobras era ladrão, inclusive aqueles que eram responsáveis pela grandiosidade da Petrobras, que eram seus trabalhadores", disse Lula.

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Lula está em visita à fábrica de fertilizantes e à refinaria da Petrobras em Araucária (PR). Ele disse que voltou à presidência para recuperar a estatal e a fábrica de fertilizantes, além da capacidade do Brasil de fabricar embarcações.

Afirmou também que quem tiver cometido crimes precisa ser preso, mas que não se pode destruir uma empresa. Sem citar nomes, afirmou que a Lava Jato era "comandada" por um "juiz insignificante". O juiz era Sergio Moro. Também disse que os procuradores da operação eram uma "quadrilha".

"A Petrobras jamais vai acabar, porque quando não tiver petróleo embaixo da terra, no fundo do oceano, ela vai ter que se especializar em outro tipo de energia", declarou Lula. Ele disse que continuará investindo porque a estatal é muito importante. "A Petrobras é tão importante que eu sempre disse que deveria ter eleição direta para presidente da Petrobras, e o presidente do Brasil ser indicado pela direção da Petrobras", afirmou o petista.

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