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Lula diz que Wellington Dias fica no governo; pasta que controla Bolsa Família é cobiçada

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o ministro do Desenvolvimento Social, o ex-governador Wellington Dias, continuará no governo. A pasta, que é responsável por abrigar o Bolsa Família, um dos programas vitrine do PT, é cobiçada pelo Centrão, que negocia espaço na Esplanada. "Wellington fica (no Ministério do Desenvolvimento Social). Convidei o Wellington Dias, um grande amigo e companheiro, porque tem 16 anos de experiência como governador e provou sua competência e comprometimento social com a transformação que promoveu no Piauí", disse Lula ao site

Meio Norte

. Na entrevista, Lula cita o combate à fome, um trabalho que, segundo ele, "está só no começo" e que sempre vai "contar com a competência de alguém como o Wellington Dias" no governo. No trecho que foi divulgado, Lula, no entanto, não cita se o ministério continuará com a mesma estrutura ou se será desidratado - a íntegra da entrevista será publicada nesta quinta-feira, 31, quando o presidente cumpre agenda no Piauí. Como mostrou o

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Estadão

, Lula avalia a possibilidade de criar a pasta da Ação Social para o deputado André Fufuca. Líder do PP, Fufuca é ligado ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e ao senador Ciro Nogueira (PP-PI). Na segunda-feira, 28, a cúpula do PT fez um desagravo a Wellington Dias e criticou a ideia de dividir o ministério. Em Teresina, Lula e Wellington Dias vão anunciar o programa Brasil sem Fome, que tem o objetivo de acabar com a insegurança alimentar no País e retirar o Brasil do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas (ONU) até 2030. O chefe do Executivo também participará da cerimônia de anúncio dos empreendimentos do PAC no Estado do Piauí. Lula busca ampliar apoio no Congresso e, por isso, decidiu fazer trocas no primeiro escalão para atender a cobiça por cargos de integrantes do Centrão. A expectativa é que o anúncio da nova organização da Esplanada seja feito antes do final de semana. Na terça-feira, 29, Lula anunciou a criação de mais um ministério, o da Micro e Pequena Empresa, que pode ampliar espaços a serem divididos com os aliados.

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