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Kassab: Palanque no Rio de Janeiro será Eduardo Paes e Ronaldo Caiado

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O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, destacou nesta quinta-feira, 9, que o partido está se organizando para ter uma presença forte nas eleições do Rio de Janeiro. Ao afirmar que "Ronaldo Caiado será próximo presidente do Brasil", Kassab também destacou que Eduardo Paes é um candidato muito competitivo para o pleito estadual e quem tem a confiança do partido para decidir sobre a participação numa eventual eleição direta a governador.

Ao participar do Fórum Brasileiro de Líderes em Energia, no Rio de Janeiro, Kassab pontuou que o avanço das redes sociais mudou a forma de se fazer campanha, não demandando mais um "palanque físico" para se chegar ao eleitor. No entanto, no Rio, a estratégia será focada no "corpo a corpo".

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"No Rio de Janeiro, haverá, sim, um comitê muito forte, onde estará lá Eduardo Paes, governador, Ronaldo Caiado, presidente", declarou a jornalistas.

A disputa eleitoral no Rio de Janeiro em 2026 se desenha num cenário considerado "peculiar" na visão do PSD, tanto pelo peso da capital na definição do voto no Estado e quanto pela possibilidade de uma solução institucional que leve a um mandato tampão até dezembro.

O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou hoje o julgamento das ações que discutem como será a escolha do novo governador após a renúncia e a cassação do mandato de Cláudio Castro (PL).

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"Se for concorrer, terá todo o nosso apoio. A decisão é dele Eduardo Paes", esclareceu. "Paes é um nome muito competitivo, com projeção estadual a partir da capital. O Estado merece um governador experiente e sem acusações pessoais de corrupção", acrescentou.

No cenário nacional, o presidente da sigla disse que havia pressa para definir o candidato para atender aos eleitores que não se identificam nem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nem com Jair Bolsonaro e que agora será feito o trabalho "sem pressa" para a definição do vice. "Caiado começou a campanha há uma semana, com manifestações de apoio pelo país. Eu acredito, sim, que ele possa estar chegando perto dos 15% em breve", finalizou.

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