Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Juiz autoriza CGU a usar dados de ação contra Silvinei por 'campanha' para Bolsonaro

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O juiz José Arthur Diniz Borges, da 8ª Vara Federal do Rio de Janeiro, autorizou um pedido da Controladoria-Geral da União para abastecer a investigação do órgão que pode resultar em responsabilização administrativa do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques.

Com o despacho, informações contidas na ação de improbidade administrativa movida contra o ex-chefe da PRF no governo Jair Bolsonaro, de quem é aliado próximo, serão remetidas à CGU para turbinar procedimento correicional em curso contra Silvinei. A decisão foi assinada na sexta-feira, 10.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ao autorizar o compartilhamento, Borges lembrou que o Ministério Público Federal não se opôs à medida. Também ressaltou que, 'considerando o interesse público que permeia a atividade correicional do Poder Executivo, não há óbice ao compartilhamento pretendido'.

A ação de improbidade em curso na 8ª Vara Federal do Rio foi aberta em novembro de 2022. O Ministério Público Federal atribui ao ex-chefe da PRF suposto uso indevido do cargo para beneficiar a candidatura de Bolsonaro (PL) à reeleição.

O processo está em fase de alegações finais, ou seja, o MPF e a defesa de Silvinei já fizeram as últimas manifestações no âmbito da ação. O próximo passo é o juiz dar a sentença do caso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na ação, a Procuradoria da República no Rio imputa a Silvinei 'intenção clara' de promover 'verdadeira propaganda político-partidária e promoção pessoal de autoridade com fins eleitorais'.

O documento lista entrevistas e discursos do chefe da PRF em eventos oficiais que, na avaliação do MPF, associaram a imagem de Silvinei à 'instituição' e ao presidente no período eleitoral.

Outro ponto destacado pelo Ministério Público é o fato de Silvinei ter pedido votos para Bolsonaro nas redes sociais na véspera do segundo turno.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Procuradoria defende que o episódio não pode ser 'dissociado' do 'clima de instabilidade e confronto instaurado durante o deslocamento de eleitores no dia do segundo turno das eleições e após a divulgação oficial do resultado pelo TSE'.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV