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Governo tem de fazer avaliação se ministros estão dando conta, afirma Motta

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O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que a reforma ministerial cabe ao Poder Executivo, e não ao Congresso, e que o governo precisa fazer uma avaliação dos ministros e se eles estão "dando conta". Também afirmou que "não está na pauta" do seu partido, o Republicanos, reivindicar mais espaços na Esplanada. Apesar disso, Motta foi claro ao dizer que a sigla "sempre foi um partido que entregou votos ao governo em matérias administrativas".

"Não está na pauta do nosso partido essa discussão (mais espaço no governo). O Republicanos participa (do governo) muito mais por uma relação pessoal do ministro Silvio Costa Filho com o governo. Ele tem feito um grande trabalho no Ministério de Portos e Aeroportos. Nas matérias em que tivemos oportunidade de analisar, o Republicanos sempre foi um partido que entregou votos ao governo em matérias administrativas", afirmou em entrevista à BandNews, completando dizendo que "o que é bom e importante contará sempre com o apoio do nosso partido".

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Motta disse ainda que "não cabe ao presidente da Câmara opinar" sobre uma eventual reforma ministerial e que o "governo tem de fazer uma avaliação se todos os ministros estão dando conta daquilo que o presidente da República espera da parte de cada um e a partir daí fazer a análise se é necessário ou não fazer uma mexida no governo".

O presidente da Câmara disse que "vincular as escolhas de comissões e decisões dentro da Casa à reforma ministerial não é o correto". Ele defendeu uma boa relação com o Executivo, mas reforçou a independência entre os Poderes.

"Temos de ter uma boa relação com o Executivo. Estive lá com Alcolumbre Davi Alcolumbre, presidente do Senado, que é um amigo querido, teremos uma sintonia muito fina entre Câmara e Senado, mas sempre deixando claro que há independência dos Poderes. A reforma ministerial é uma pauta do Executivo e penso que o Legislativo não pode vincular seu funcionamento ou direcionamento a uma pauta que não é nossa", completou.

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