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Gleisi: se privado não está bem, Estado tem que entrar com tudo

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Apesar de destacar que a economia é fundamental para o governo, esta indo bem e não deveria mudar de rumo, a presidente nacional do PT defendeu que o País deve ter uma meta de crescimento econômico e que o Orçamento deve ser executado na totalidade, com ênfase em investimentos públicos, porque um déficit não alterará a situação do País.

"É preocupante a desaceleração da economia que tivemos agora. Se o privado não está bem, o Estado tem que entrar com tudo. O que tem de ser feito ano que vem: executar o orçamento inteiro, não é um déficit que vai mudar (a situação do País)", afirmou. As declarações foram feitas no painel que discutiu a condução da política econômica do governo Lula 3, junto do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

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Ela alertou para o risco de o governo "ficar nas mãos do Banco Central, dos liberais e do mercado". Para Haddad, Gleisi reiterou que precisava fazer esses alertas, mas qie torce muito para a politica econômica dar certo.

A presidente do PT criticou a atuação do Banco Central, reiterando que o País não pode contar com política monetária e cambial, porque quem comanda a autoridade monetária, indicado por Bolsonaro, "é um neoliberal que atenta contra o Brasil". "Só temos política fiscal para avançar a economia", disse.

Ela repetiu que defende que não o governo não deveria se preocupar com o resultado fiscal em 2024, e que poderia fazer um déficit de 1%. Haddad e a equipe econômica defendem a meta zero para o próximo ano.

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"Não podemos deixar a economia desaquecer, não podemos ter contingenciamento", afirmou. E reiterou: "A gente precisa ter essa parte do crescimento econômico como mantra".

Ela destacou ações que o governo colocou em prática, graças a PEC da Transição, ações como a atualização da tabela do Imposto de Renda e a reformulação do Bolsa Família. "Isso mexe com a renda do povo, mexe com nossa economia. Isso que faz o país crescer. O governo está de parabéns por essa realização. Tivemos coisas importantes encaminhadas pela Fazenda, como fundos offshore e exclusivos. Conseguimos tributar os super ricos", destacou.

Em relação a Haddad, ela disse que os dois às vezes têm algumas divergências sobre alguns pontos, arrancando risos do público.

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Na parte política, Gleisi demonstrou preocupação com a composição mais conservadora do Congresso e defendeu que o PT deve concentrar esforços na eleição do Legislativo. Ela entende que a estratégia de fazer mais vereadores vai repercutir na eleição do Congresso Nacional em 2026.

"Se cair um pouco a popularidade de Lula, vocês não tenham dúvida do que o Congresso vai fazer, o mesmo que fizeram com Dilma" disse.

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