Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Glauber Braga abrirá mão de comando de comissão e de testemunhas em processo de cassação

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) anunciou nesta quarta-feira, 27, que pretende deixar a presidência da Comissão de Legislação Participativa da Câmara. O parlamentar responde a um processo de cassação no Conselho de Ética da Casa por quebra de decoro parlamentar.

O processo disciplinar foi aberto contra o parlamentar em abril, depois de um episódio em que ele expulsou um integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) da Câmara dos Deputados aos chutes. O Partido Novo, autor do processo, considerou que as condutas do psolista violam "as normas de decoro que exigem respeito e decoro nas interações". Em setembro, o Conselho de Ética aprovou, por 10 votos a 2, o parecer pela continuidade do processo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Braga também afirmou que abrirá mão das testemunhas ainda previstas para serem ouvidas pelo Conselho de Ética e que, caso o processo avance, não recorrerá à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

"Passou de todos os limites. O que tinha que ser apresentado, já foi. Estou abrindo mão de todas as testemunhas que ainda seriam ouvidas. O processo, então, passa, a partir deste momento, a estar apto a julgamento imediato pelo Conselho de Ética", disse o deputado.

Com a decisão, o caso segue agora para o julgamento do Conselho. Se aprovado, segue para julgamento no plenário da Câmara, onde são necessários os votos de, pelo menos, 257 dos 513 deputados para que o mandato de Braga seja cassado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na atual legislatura, apenas dois dos 34 processos apresentados no Conselho de Ética chegaram à votação: o de Braga e o de Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), acusado de ser um dos mandantes do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ).

Caso Braga abra mão, de fato, da presidência da Comissão, a qual ele pode ficar até março de 2025, não haverá tempo hábil para realizar novas eleições. Além disso, a comissão não possui vice-presidente. Nesse caso, a deputada mais idosa do grupo, Luiza Erundina (PSOL-SP), que foi primeira presidente da comissão, em 2001, assumirá o cargo até o fim do mandato.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline