Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Flávio diz que palanque em SC está fechado e que Carlos tem relação histórica com Estado

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, defendeu nesta quarta-feira (25) a pré-candidatura de Carlos Bolsonaro (PL-SC), seu irmão, a uma das vagas do Senado por Santa Catarina. Segundo Flávio, Carlos tem uma "relação histórica" com o Estado. Carlos fez sua carreira política no Rio de Janeiro.

"Carlos vai pra Santa Catarina. Ele é apaixonado por Santa Catarina, tem muitas ligações com Santa Catarina na sua vida", declarou Flávio a jornalistas, após visitar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na Papudinha. "Carlos é uma pessoa que tem vínculos históricos ali com Santa Catarina e vai ser um grande reforço", falou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Flávio reafirmou que seus palanques em Santa Catarina estão fechados, com apoio à reeleição do governador, Jorginho Mello (PL), e a Carol de Toni (PL) e a Carlos para o Senado.

Investigação contra Carlos

Flávio comentou a decisão do Ministério Público de reabrir a investigação contra Carlos por suposta prática de "rachadinha". "Já estava arquivado, não tem nenhum fato novo. Espero que não seja um movimento político por causa da minha pré-candidatura, porque infelizmente algumas pessoas têm essa mania de botar a faca no pescoço dos outros e inventar crime onde não tem, achando que com isso vai ter alguma moeda de troca", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Zucco no RS

Flávio afirmou que o deputado Luciano Zucco (PL-RS) é, por ora, seu pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul. Já um dos apoios ao Senado poderia ser ao deputado Sanderson (PL-RS).

"Parece que lá ele (Zucco) chegou numa composição com o PP e, a princípio, ele é o nosso pré-candidato a governador. Na outra vaga do PL, nosso pré-candidato é o Sanderson. Ele (Zucco) está compondo que talvez o PP pegue a chapa dele como vice, mas tem que ouvir melhor o Zucco", falou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Atritos do PL

Flávio reafirmou que procurará integrantes do PL para "aparar arestas", a fim de que estejam todos "na mesma página". "Vou procurar todo mundo, como sempre fiz, porque a gente tem um objetivo maior, e todos estão na mesma página", falou.

O senador disse que as pessoas precisam entender "a cabeça" do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), seu irmão, que está nos Estados Unidos, sem mandato. Segundo ele, os dois já conversaram, e Eduardo se comprometeu a ajudar "no que puder" em sua campanha.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Marcos Pollon

Flávio negou que tenha anotado que o deputado Marcos Pollon (PL-MS) tenha pedido R$ 15 milhões para abrir mão de sua candidatura na eleição no Mato Grosso do Sul. Ele confirmou que fez anotações sobre o tema, mas que era para se lembrar de avisar ao deputado de que essa acusação estaria circulando.

"Em uma das anotações no Estado do Mato Grosso do Sul, o deputado Pollon (...) fiz uma anotação que já está sendo distorcida pela imprensa como se ele tivesse pedido alguma coisa para deixar de ser candidato a governo ou candidato ao Senado. Estava escrito 'Pollon pediu R$ 15 milhões' para não ser candidato. Aquilo nunca aconteceu", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O que aconteceu foi uma pessoa que conversou comigo que estavam dizendo isso do Pollon. Anotei para não esquecer de avisar a ele que estavam vinculando essa mentira criminosa contra ele", continuou Flávio.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline