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Flávio Bolsonaro usou colete à prova de balas em ato na Avenida Paulista

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, participou de ato na Avenida Paulista, em São Paulo neste domingo, 1.º, com segurança reforçada e com colete à prova de balas.

Flávio chegou à manifestação, parou numa das vias às margens da avenida e foi a pé com aliados - entre eles o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) - até o trio elétrico principal, que estava localizado na altura do Masp.

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Questionado pelo Estadão/Broadcast Político no local, Flávio disse que usou o colete pois sabe dos riscos à sua segurança. A assessoria de imprensa do senador disse que foi uma recomendação da própria equipe que cuida da proteção do pré-candidato à Presidência. Segundo um agente da Polícia Federal que o acompanhava, o motivo foi "ameaça real de fogo".

À época candidato à Presidência pelo PSL, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi alvo de uma facada durante ato de campanha eleitoral em Juiz de Fora (MG), em setembro de 2018. Bolsonaro foi internado em um hospital no dia do incidente e até hoje sofre complicações desse ataque.

Flávio foi o último a discursar na manifestação deste domingo. No pronunciamento, que durou cerca de 15 minutos, o senador disse que Bolsonaro, preso na Papudinha pela trama golpista, subirá a rampa do Palácio do Planalto em janeiro de 2027 caso ele vença a disputa em outubro deste ano.

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No discurso, Flávio ainda fez ataques ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), fez aceno ao público feminino, elogiou o Bolsa Família, defendeu o pai e o desejo de avançar com o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2027, com um novo Parlamento eleito.

O foco nos mais pobres e no eleitorado feminino visa sanar um problema detectado em pesquisas eleitorais recentes, que apontam que esses dois segmentos têm maior resistência ao seu pleito ao Palácio do Planalto.

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