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Esplanada terá 2 mil PMs em 8 de janeiro, 4 vezes mais do que no dia do ataque aos Três Poderes

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O evento que marca um ano do ataque de 8 de janeiro contará com um policiamento quatro vezes maior do que o que estava disponível no dia dos atos golpistas de 2023. Um acordo firmado entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Governo do Distrito Federal nesta quinta-feira, 4, prevê mais de 2 mil policiais militares do DF fazendo o patrulhamento ostensivo na capital. Segundo relatório da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigou a tentativa de golpe e finalizou os trabalhos em outubro, havia 580 policiais militares escalados para estarem na Esplanada no dia dos ataques, em 8 de janeiro de 2023. Segundo o relatório, 180 dos PMs eram praças em formação, "sem preparo para confrontos ou contenção de distúrbios". O mesmo relatório compara o contingente com o empregado durante a posse presidencial, que foi de 2.051 policiais. Já o relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos do Distrito Federal, entregue em novembro passado, aponta que o número foi ainda menor: 331 policiais militares teriam sido disponibilizados para o dia. Considerando este número, o contingente de policiais escalados agora seria 504% maior do que o disponível em 2023. O documento firmado nesta quinta para reforçar a segurança do evento "Democracia Inabalada" prevê ainda que 250 agentes da Força Nacional estejam de prontidão no Ministério da Justiça. A Esplanada ficará fechada na Avenida José Sarney, próxima ao Congresso Nacional. O Congresso também suspendeu, entre os dias 4 e 9 de janeiro, o programa de visitação do prédio. De acordo com assessoria de comunicação do Senado Federal, trata-se de um procedimento de segurança para o evento. O reforço ocorre para garantir a segurança da cerimônia que relembra o ataque e reafirma o compromisso com a democracia. O ato será realizado em conjunto pelos Três Poderes e está marcado para a próxima segunda-feira, 8, às 15h, no Salão Negro do Senado. Na quarta-feira, 3, o ministro interino da Justiça, Ricardo Cappelli, afirmou ao

Estadão

que não há "preocupação maior" sobre a segurança do ato. A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, disse à

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Agência Brasil

que mesmo sem ameaças detectadas, o número de policiais será suficiente para qualquer situação. "Será um dia de tranquilidade, um dia de monitoramento e de tranquilidade realmente aqui no Distrito Federal", afirmou.

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